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Haddad à frente da prefeitura de São Paulo apoia Boulos para Prefeito 2024

 

boulos não, haddad pt nao

Fernando Haddad? VAMOS FICAR ATENTOS NESSE APOIADOR DO BOULOS EM SP.

Fernando Haddad, prefeito de São Paulo de 2013 a 2016, teve uma gestão que gerou opiniões polarizadas. A avaliação sobre ele como "o pior prefeito".

 

A percepção pública, a análise de dados de sua administração e as comparações com outros prefeitos. Aqui estão alguns dados e pontos de destaque de sua gestão, que podem ajudar a entender por que algumas pessoas criticam fortemente.

 

Ciclovias: Sua gestão implantou cerca de 400 km de ciclovias, promovendo o uso da bicicleta como meio de transporte. No entanto, a qualidade e localização dessas ciclovias foram amplamente criticadas.

 

Aprovação Baixa - Haddad terminou seu mandato com uma das piores avaliações de um prefeito de São Paulo. Em uma pesquisa do Datafolha de dezembro de 2016, ele tinha uma aprovação de apenas **17%**, enquanto 40% consideravam sua gestão ruim ou péssima.


Críticas à Mobilidade Urbana   - Apesar dos elogios de alguns, muitos criticaram as faixas exclusivas e ciclovias por serem mal planejadas, com falhas em sua execução e por piorar o tráfego para os motoristas.

 

Insegurança e Ocupações - Sua gestão enfrentou críticas pela maneira como lidou com a ocupação de terrenos públicos, como mencionado anteriormente. Havia acusações de falta de ação para retomar áreas invadidas por movimentos como o **MTST**.

 

Impostos - Haddad aumentou o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) em algumas áreas da cidade, o que gerou grande insatisfação entre moradores e setores empresariais.


Resumo: Haddad foi o "pior prefeito" de São Paulo do ponto de vista de quem avalia. Sua baixa aprovação popular ao final de seu mandato reflete essa divisão, mas compará-lo com outros prefeitos que enfrentaram grandes desafios e escândalos também é importante para uma avaliação equilibrada.

 

Primeiro escândalo do governo Lula, em fevereiro de 2004. Waldomiro Diniz (foto) foi afastado do cargo depois da divulgação de um vídeo em que aparece cobrando propina para arrecadar dinheiro para a campanha eleitoral de 2002. Ele também foi ligado a Carlinhos Cachoeira. CUIDADO!!!! OLHA O LULA AI...



PSOL já governou São Paulo – e a herança de Erundina não é boa.

A ex-prefeita e candidata a vice de Guilherme Boulos patrocinou o maior inchaço de funcionários da história da administração pública da cidade.

Guilherme Boulos, candidato do PSOL à prefeitura de São Paulo, faz questão de sempre citar sua colega de chapa, Luiza Erundina

 CUIDADO!!!! OLHA ELA AI



Márcio Nakashima: De Advogado a Líder Político na Defesa dos Direitos em São Paulo e Candidato a Prefeito em Guarulhos

Márcio Massami Nakashima, nascido em Guarulhos em 6 de outubro de 1977, é um deputado estadual por São Paulo, reeleito nas eleições de 2022 com 85.195 votos. Mais conhecido como Márcio Nakashima, ele é advogado, contador e político brasileiro. Desde 30 de janeiro de 2023, exerce a presidência do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

 

 

Candidato à Prefeitura de Guarulhos nas eleições de 2024.

marcio nakashima Vote 12

Nakashima ocupa a liderança do PDT na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), onde foi eleito pela primeira vez em 2018, recebendo 38.081 votos. Sua atuação política é marcada pela defesa dos direitos das mulheres, pela busca por pessoas desaparecidas, pela proteção dos trabalhadores e idosos, e pela oposição às leis que permitem a progressão de pena para detentos, como as "saidinhas temporárias".

O deputado ganhou notoriedade nacional em 2010 devido ao trágico Caso Mércia Nakashima, que envolveu o assassinato de sua irmã.

Sua Trajetória

Em 2004, filiado ao PDT, Márcio Nakashima se candidatou ao cargo de vereador em Piracaia, interior de São Paulo, sendo eleito com 301 votos. Em 2014, disputou uma vaga como deputado federal por São Paulo pelo PMDB, alcançando 46.857 votos, mas não foi eleito. No ano seguinte, em 2015, deixou o MDB e se filiou ao Partido Republicano Progressista. 

Em 2018, retornou ao PDT, onde concorreu ao cargo de deputado estadual em São Paulo, sendo eleito com 38.081 votos. Nas eleições de 2022, foi reeleito deputado estadual, desta vez com 85.195 votos. 

Em 30 de janeiro de 2023, assumiu a presidência em exercício do PDT em São Paulo, cargo que lhe foi conferido por Carlos Lupi, presidente nacional do partido e ministro da Previdência Social, junto à executiva estadual do PDT. 

Fiscalização de Hospital de Campanha Durante a Pandemia

Em junho de 2020, durante a pandemia de coronavírus, Márcio Nakashima ganhou destaque ao participar, junto com outros deputados estaduais, da fiscalização de hospitais de campanha, incluindo o do Anhembi. A inspeção revelou diversas irregularidades nesses locais. As diligências trouxeram à tona problemas graves envolvendo tanto a prefeitura de São Paulo quanto o governo do Estado, destacando uma situação preocupante naquele hospital.

De acordo com o **Diário do Poder**, de Cláudio Humberto, a visita dos deputados ao hospital de campanha do Anhembi expôs a precariedade do local, descrito como praticamente cenográfico. A montagem do hospital custou R$12 milhões, com despesas mensais de R$10 milhões para sua manutenção. Durante a fiscalização, houve tentativa de impedir o acesso dos deputados, com relatos de que Márcio Nakashima foi empurrado. A prefeitura de São Paulo classificou o ato como uma "invasão" e anunciou que registraria uma "queixa-crime" contra os parlamentares.

 

Referência: https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rcio_Nakashima#


Pablo Marçal fala o que você sempre quiz


Pablo Marçal tem conquistado a admiração de muitos brasileiros, tornando-se uma escolha importante para a prefeitura de São Paulo. É por isso que muitas pessoas da direita em São Paulo e em todo o Brasil acreditam que ele deve ser apoiado. Durante um recente debate, Marçal destacou que está sendo investigado pela Polícia Federal por usar seu próprio dinheiro para financiar sua campanha, enquanto outros candidatos utilizam recursos públicos destinados à saúde e à educação.

 


Marçal enfatizou sua independência, afirmando que não precisa se alinhar com políticos poderosos ou partidos influentes. Ele critica duramente outros candidatos, como Ricardo Nunes e Guilherme Boulos, sugerindo que continuar com eles é manter a cidade no estado atual. Para ele, a verdadeira mudança só virá com um candidato que não tem compromissos obscuros e que se dedica de verdade à cidade e ao povo.


Ele também trouxe à tona um episódio em que foi acusado de divulgar fake news sobre doações para o Rio Grande do Sul. Marçal não apenas refutou as acusações, mas também desafiou a jornalista que o acusou, mostrando sua disposição em enfrentar qualquer ataque de forma direta e transparente.


Apoiar Pablo Marçal, segundo seus defensores, é garantir uma administração sem amarras e comprometida exclusivamente com os cidadãos. Eles acreditam que, se ele for eleito, São Paulo poderá se tornar um exemplo de governança para o Brasil e para o mundo.  

 

 Veja abaixo o candidato a  prefeito de São Paulo 2024.