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Descubra 7 Formas Que Você Pode ajudar o Pablo Marçal

Pablo Marçal teve todas as suas contas nas redes sociais suspensas. Por isso criamos 7 formas para você ajudá-lo nesse momento tão crítico da campanha eleitoral.

 

Pablo Marçal teve todas as suas contas nas redes sociais suspensas

1 - Faça uma doação para a campanha.

Marçal é o único dentre os 10 candidatos que não está utilizando dinheiro público e nem o tempo de televisão. O dinheiro para financiar a sua campanha depende exclusivamente de doações voluntárias.



 

Ajude a campanha do Marçal fazendo a sua contribuição para a chave pix no site: ACESSE AQUI

Importante: As doações só podem ser realizadas por pessoas físicas, sendo proibido doações provenientes de CNPJ. Além disso, o valor das doações não deve ultrapassar 10% dos rendimentos auferidos em seu IRPF do ano de 2023.

 

2 - Materiais de campanha do Marçal

Agora você também pode aos materiais de campanha do Marçal. Clicando nele você terá acesso a todas as artes vetorizadas prontas para a produção.


Neste mesmo link você terá acesso também a todos os materiais de campanha.

 

3 - Use o poder o seu celular.

Utilize as suas redes sociais para ajudar o Marçal divulgando os seus novos meios de comunicação oficiais nas plataformas digitais.



Acesse abaixo a lista com todas as redes sociais do Pablo e nos ajude a vencer essa batalha.

https://www.instagram.com/pablomarcalporsp

https://www.tiktok.com/@pablomarcalporsp

https://t.me/+9ybQ12FEnzEzM2Rh

https://www.youtube.com/@pablomarcalporsp

https://x.com/marcalporsp

https://devzapp.com.br/api-engennier/campanha/api/redirect/66b247c720a93e0001708622

https://gettr.com/user/pablomarcalporsp

 

4 - Grave um vídeo

Cada celular é uma emissora e com ele você pode ajudar o Marçal. Por esse motivo, para te ajudar na hora de gravar o vídeo demonstrando apoio ao Pablo, nós deixamos aqui embaixo 7 motivos para votar no Marçal… 


Se você não for de São Paulo, não tem problema, cada ajuda é bem vinda e com certeza você vai fazer uma grande diferença declarando o seu apoio ao nosso movimento.

 

Aqui estão os 7 motivos para escolher o Marçal:

Marçal não depende da política para viver.

Marçal é a mudança que São Paulo precisa.

Marçal não usa dinheiro público.

Marçal não faz parte do sistema.

Marçal se preocupa com o povo.

Marçal começou do zero.

Marçal tem a energia que nenhum outro candidato possui.

 

5 -Vídeos do Marçal

Nós preparamos vários vídeos do Marçal para você divulgar no WhatsApp e assim levar a mensagem dele para todo o povo brasileiro. Mesmo que você tenha poucos contatos no seu celular, não utilize só ele para compartilhar, espalhe estes vídeos em todas as suas redes sociais. VEJA AQUI

 

6 - utilize o filtro "Faz o Ⓜ️" nos seus stories

Assista ao vídeo para aprender como você pode utilizar o filtro “Faz o Ⓜ️” nos seus stories do Instagram.

É o momento de expressarmos o que acreditamos e deixar o nosso movimento ainda mais forte!

 

7 - Coloque o Ⓜ️ em seu nome

Assista ao vídeo acima para aprender a 6ª forma de ajudar o Marçal nesse momento tenso da nossa campanha eleitoral.



Se o seu nome ou sobrenome começa com a letra Ⓜ️, faça essa pequena alteração no seu nome nas redes sociais para lotar todas as plataformas com o “M” de Marçal, “M” de Mudança de Mentalidade…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O surgimento da Cracolândia em São Paulo


A Cracolândia é uma área conhecida em São Paulo onde ocorre um fenômeno complexo relacionado ao uso de crack e outras substâncias psicoativas. Essa localidade se tornou um símbolo das questões de dependência química e da crise urbana, refletindo desafios maiores nas políticas de saúde pública, segurança e assistência social.

### Início da Cracolândia

O surgimento da Cracolândia remonta à década de 1990, quando o crack, uma forma de cocaína mais acessível e com um potencial de dependência elevado, começou a se espalhar nas grandes cidades brasileiras. Nesta época, muitos usuários começaram a se concentrar em áreas urbanas específicas, formando polos de consumo. Em São Paulo, a região central, especialmente o bairro da Luz, tornou-se um ponto de encontro para usuários, o que levou à formação do que hoje se conhece como Cracolândia.


Com o aumento do consumo de crack, a região começou a atrair não apenas dependentes químicos, mas também pessoas em situações de vulnerabilidade social, incluindo aqueles que viviam em condições de rua. Isso resultou em um aumento da criminalidade, da proliferação de doenças e de situações de degradação urbana. A Cracolândia, então, não é apenas um local de consumo de drogas, mas um espaço que representa a marginalização de uma parte da população, muitas vezes invisibilizada pela sociedade.

### Meio da Cracolândia

Na década de 2000, a Cracolândia se tornou um foco de atenção para as autoridades e para a mídia. O aumento visível da população de usuários, junto com a deterioração das condições de vida nessa área, levou a esforços de repressão por parte da polícia e do governo municipal. No entanto, as ações, muitas vezes, se restringiam a operações de "limpeza" que simplesmente deslocavam os usuários para outras áreas, sem abordar as raízes do problema.


Além disso, a falta de políticas públicas eficazes de tratamento e reintegração social contribuiu para a perpetuação do ciclo de dependência. Os serviços disponíveis eram limitados e muitas vezes não integrados, o que dificultava a recuperação dos indivíduos. Tentativas de acolhimento e tratamento eram insuficientes e não conseguiam suprir a demanda crescente.

Durante os anos seguintes, diferentes gestões municipais tentaram implementar soluções, que muitas vezes eram pontuais e careciam de uma visão abrangente. A abordagem tinha um caráter punitivo em vez de uma abordagem de saúde pública, o que muitas vezes resultava na estigmatização dos usuários.

### Situação Atual da Cracolândia

Nos últimos anos, a situação da Cracolândia ganhou novos contornos. A gestão atual tem buscado implementar políticas que vão além da repressão, tentando focar mais no acolhimento e na assistência social. Em 2017, a Prefeitura de São Paulo lançou o programa "Rehabilitation", que visa oferecer tratamento aos usuários, com foco na recuperação e reintegração social.

Ainda assim, desafios significativos persistem. A demanda por tratamento é muito maior do que a oferta disponível, e os recursos para assistência são limitados. A associação entre a Cracolândia e a criminalidade continua a ser uma preocupação premente, levando a um ciclo de políticas que se alternam entre repressão e tentativa de suporte.


A gestão pública enfrenta críticas entre as abordagens. Muitos defendem que a solução deve ser um modelo de redução de danos, que priorize a saúde e a dignidade das pessoas que usam drogas, em vez de tratá-las como criminosas. Por outro lado, os problemas de segurança e a sensação de insegurança na região são preocupações válidas para os moradores e comerciantes.

Enquanto a atenção da mídia e da sociedade civil volta-se para a Cracolândia, a necessidade de soluções integradas e sustentáveis se torna ainda mais evidente. É crucial que as políticas públicas envolvam não apenas tratamento e recuperação, mas também garantia de direitos, criação de oportunidades de emprego e ambiente urbanístico que favoreça a inclusão social.

Assim, a continuidade da luta contra a dependência química em São Paulo e a situação da Cracolândia demandam um entendimento profundo e uma abordagem mais humana, que considere as complexidades sociais, econômicas e psicológicas do fenômeno.


Pablo Marçal fala o que você sempre quiz


Pablo Marçal tem conquistado a admiração de muitos brasileiros, tornando-se uma escolha importante para a prefeitura de São Paulo. É por isso que muitas pessoas da direita em São Paulo e em todo o Brasil acreditam que ele deve ser apoiado. Durante um recente debate, Marçal destacou que está sendo investigado pela Polícia Federal por usar seu próprio dinheiro para financiar sua campanha, enquanto outros candidatos utilizam recursos públicos destinados à saúde e à educação.

 


Marçal enfatizou sua independência, afirmando que não precisa se alinhar com políticos poderosos ou partidos influentes. Ele critica duramente outros candidatos, como Ricardo Nunes e Guilherme Boulos, sugerindo que continuar com eles é manter a cidade no estado atual. Para ele, a verdadeira mudança só virá com um candidato que não tem compromissos obscuros e que se dedica de verdade à cidade e ao povo.


Ele também trouxe à tona um episódio em que foi acusado de divulgar fake news sobre doações para o Rio Grande do Sul. Marçal não apenas refutou as acusações, mas também desafiou a jornalista que o acusou, mostrando sua disposição em enfrentar qualquer ataque de forma direta e transparente.


Apoiar Pablo Marçal, segundo seus defensores, é garantir uma administração sem amarras e comprometida exclusivamente com os cidadãos. Eles acreditam que, se ele for eleito, São Paulo poderá se tornar um exemplo de governança para o Brasil e para o mundo.  

 

 Veja abaixo o candidato a  prefeito de São Paulo 2024.

 



Desafios do Brasil: Falta de Liderança e Mentalidade de Riqueza

Se a minha voz te incomoda, é porque você é fraco. Hoje, se estivéssemos numa guerra, perderíamos. No Brasil, não há homens; se soltássemos um leão para comer homens, ele morreria de fome. Só há meninos, pivetes, adolescentes. Vemos um presidente incapacitado, incoerente, que não sustenta seu discurso e fala besteiras o dia inteiro. E um ministro da economia incompetente, que acorda todos os dias tentando taxar os outros. 




Porque pessoas boas, inteligentes e capacitadas, que entendem a realidade, não querem ajudar. Lula tinha uma grande rejeição e se tornou presidente. Bolsonaro também tinha alta rejeição. As pessoas não entendem que a democracia é movida pela popularidade, não pelo mérito. Veja Jesus, o homem mais poderoso que já pisou na Terra, ainda é rejeitado por muitos. Alguns preferem o inferno a aceitar a verdade. Boa noite, você está no Jornal Nacional. 

Estamos ao vivo no podcast Fala Globo, estilo Jornal Nacional. Vamos entrevistar Pablo Marçal. Pablo, boa noite. Estamos em um formato diferente hoje, devido a um problema técnico no estúdio, estamos no aquário do Estratégia Concursos, onde acontecem as aulas. Vamos começar nossa entrevista. Por que você acha que tem tantos militantes no jornalismo que não querem respostas, apenas protagonismo? Eu fui treinado para lidar com emoções e sentimentos, amadurecendo bastante. 

Mas, mesmo assim, você foi eleito inimigo. Na campanha, enfrentou dificuldades semelhantes às de Bolsonaro em 2018, com a mídia tradicional tentando derrubar a imagem do candidato. Eu sou um comunicador que já ajudou milhões de pessoas por muitos anos. Às vezes pareço brusco nos cortes da internet, mas estou me preparando para os debates. William Lane Craig, um debatedor americano, me influenciou. Para uma discussão prosperar, ambos precisam ter a mesma base. Um jornalista do SBT se espantou quando contei que corri 52 km em 35 horas e 17 minutos. 

 Eu me preparo para desafios. Quanto mais habilidades e competências você tem, melhor se sai nos debates. Especialistas perdem se não tiverem amplitude de conhecimento. Estou me divertindo, vejo a alma das pessoas, sua intenção ao fazer perguntas. E acredito que podemos transformar São Paulo e o Brasil em nações de primeiro mundo até 2040. O Brasil não tem propósito de vida. A China investiu em infraestrutura e educação e cresceu exponencialmente. Precisamos de um rumo semelhante. Temos a terra mais rica, mas falta a mentalidade de riqueza. 

Quero provar que funciona em São Paulo e levar isso para o Brasil. Acordei cedo hoje e já estava dando entrevistas. Jornalistas questionam meu conhecimento sobre São Paulo, mas ninguém perguntou de onde eu era quando ajudava pessoas em enchentes. Estou preparado para críticas emocionais. Nosso problema no Brasil é a falta de homens. Muitos são influenciados pelo marxismo cultural, não sabem ser homens de verdade. Precisamos de uma revolução de mentalidade. A educação brasileira é deficiente. Nossos filhos saem da escola sem saber fazer contas básicas. 

Investimos meio trilhão para nada. Precisamos de educação de verdade, não apenas escolarização. Se não mudarmos a mentalidade para a tecnologia, seremos escravos. Uma empresa japonesa tem mais patentes que todo o Brasil. Não temos carros, computadores ou câmeras fotográficas de nossa marca. Pisamos no solo mais rico do mundo, mas somos tecnologicamente dependentes. São Paulo é o mini Brasil. O que acontecer aqui pode desencadear mudanças no país inteiro. Precisamos de mais heróis, de inspiração. Neymar é um exemplo, mas o Brasil não permite que alguém brilhe. Nos Estados Unidos, as pessoas admiram o sucesso. 

Aqui, desconfiam. Estamos diante de uma revolução. Para isso, precisamos mudar nossos hábitos e atitudes, nos unir como povo e acreditar que podemos transformar o Brasil em uma nação de primeiro mundo.

Pablo Marçal responde Sobre a Politica em SP

Vejo São Paulo apoiando um projeto de Brasil que não avança, um projeto reacionário que se opõe ao que é positivo. Ligando isso ao que Pablo disse, notei uma crítica implícita à perpetuação do sistema no poder, um sistema essencialmente corrupto que continua no comando. Isso é bastante contraditório.




Observei estatísticas mostrando que 61% dos prefeitos no Brasil foram reeleitos na última eleição. Pablo, 53% dos vereadores e 39% dos deputados federais eram novos, o que significa que a maioria foi reeleita. No caso dos governadores, a situação é ainda mais preocupante: de 20 que tentaram a reeleição, 18 conseguiram. 

Claramente, não temos 18 gestores estaduais brilhantes; o sistema está viciado. O financiamento eleitoral exemplifica isso, onde candidatos à reeleição têm acesso a sete vezes mais recursos públicos que novos candidatos.Gostaria de saber, Pablo, se você critica o instituto da reeleição e como pretende implementar suas propostas em um ou dois mandatos. 

Você assumiria o compromisso de não abandonar a prefeitura para tentar o governo estadual ou a presidência? Precisamos de um projeto institucional, não eleitoreiro. Nosso plano, o SP50, visa projetar São Paulo para 2050, mas com ações concretas nesta década. Defendo mandatos mais longos, sem reeleição, com medição de resultados, onde gestores ineficazes sejam removidos. Acreditamos que mandatos de cinco anos, com avaliações periódicas, seriam mais eficazes. 

O atual sistema permite que políticos abusivos permaneçam no poder sem contrapartidas. Por exemplo, o presidente anterior implementou o teto de gastos, que foi rapidamente removido pelo atual governo. Criaram o "Ministério do Imposto", um símbolo do mau uso do dinheiro público. A transição do setor privado para o público requer paciência, e me programei para isso nos próximos 1460 dias.Se me perguntarem se quero ser prefeito novamente, diria que prefiro criar um projeto e colocar pessoas competentes na política. 

Durante nossas conversas, questionei se você, Pablo, faz parte de algum partido. A política precisa de visionários e estadistas, não de oportunistas. Eu sou contra a reeleição e me comprometo a concluir meu mandato. Considero um fracasso iniciar algo sem terminá-lo.O paulistano que votar em mim não correrá o risco de se decepcionar com uma candidatura que promete mudanças, mas se perde no caminho, como vimos em 2016. Aquele prefeito abandonou a cidade para buscar cargos maiores, perdendo o apoio popular. Precisamos aprender com esses erros e não repeti-los. 

Na política, paciência é essencial. Lembro-me da minha candidatura presidencial cancelada, mas persisti e fui eleito deputado. Agora, estou preparado para servir e concluir o que comecei.Propostas que mudem o rumo devem ser implementadas agora, com seriedade e preparação para o futuro. Mandatos mais longos evitariam a movimentação eleitoral constante e os altos custos associados. 

Eu me comprometo a não usar dinheiro público na campanha, pois acredito que esses recursos devem ser destinados a necessidades essenciais, como saúde. Vou pedir apoio diretamente ao povo, sem recorrer ao fundo eleitoral.Quero participar de uma mudança genuína, onde o dinheiro público não seja usado para financiar campanhas, mas para atender as necessidades da população.