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Descubra o que motivou o PCC a buscar vingança contra o empresário Gritzbach, executado em Guarulhos.

 

PCC - AEROPORTO

Gritzbach era suspeito de ser mandante da morte de dois integrantes da organização, Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como "Cara Preta" e seu motorista.

Antonio Vinícius Gritzbach foi morto na entrada do terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, nesta sexta-feira (8). De acordo com informações iniciais, ele foi alvo de tiros disparados de uma pistola calibre 765, provenientes de um veículo modelo Gol, de cor preta. 

O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas o empresário não resistiu aos ferimentos e morreu no local. As polícias Militar, Civil e Rodoviária estão investigando o caso.

Gritzbach, empresário, era suspeito de envolvimento nos assassinatos de dois membros do Primeiro Comando da Capital (PCC): Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como "Cara Preta" e considerado um dos principais fornecedores de drogas da facção, e Antônio Corona Neto, seu motorista. 

Ambos foram mortos em 27 de dezembro de 2021. Gritzbach chegou a ser preso pelo crime, mas foi liberado em 2023 após firmar um acordo de delação premiada.

O surgimento da Cracolândia em São Paulo


A Cracolândia é uma área conhecida em São Paulo onde ocorre um fenômeno complexo relacionado ao uso de crack e outras substâncias psicoativas. Essa localidade se tornou um símbolo das questões de dependência química e da crise urbana, refletindo desafios maiores nas políticas de saúde pública, segurança e assistência social.

### Início da Cracolândia

O surgimento da Cracolândia remonta à década de 1990, quando o crack, uma forma de cocaína mais acessível e com um potencial de dependência elevado, começou a se espalhar nas grandes cidades brasileiras. Nesta época, muitos usuários começaram a se concentrar em áreas urbanas específicas, formando polos de consumo. Em São Paulo, a região central, especialmente o bairro da Luz, tornou-se um ponto de encontro para usuários, o que levou à formação do que hoje se conhece como Cracolândia.


Com o aumento do consumo de crack, a região começou a atrair não apenas dependentes químicos, mas também pessoas em situações de vulnerabilidade social, incluindo aqueles que viviam em condições de rua. Isso resultou em um aumento da criminalidade, da proliferação de doenças e de situações de degradação urbana. A Cracolândia, então, não é apenas um local de consumo de drogas, mas um espaço que representa a marginalização de uma parte da população, muitas vezes invisibilizada pela sociedade.

### Meio da Cracolândia

Na década de 2000, a Cracolândia se tornou um foco de atenção para as autoridades e para a mídia. O aumento visível da população de usuários, junto com a deterioração das condições de vida nessa área, levou a esforços de repressão por parte da polícia e do governo municipal. No entanto, as ações, muitas vezes, se restringiam a operações de "limpeza" que simplesmente deslocavam os usuários para outras áreas, sem abordar as raízes do problema.


Além disso, a falta de políticas públicas eficazes de tratamento e reintegração social contribuiu para a perpetuação do ciclo de dependência. Os serviços disponíveis eram limitados e muitas vezes não integrados, o que dificultava a recuperação dos indivíduos. Tentativas de acolhimento e tratamento eram insuficientes e não conseguiam suprir a demanda crescente.

Durante os anos seguintes, diferentes gestões municipais tentaram implementar soluções, que muitas vezes eram pontuais e careciam de uma visão abrangente. A abordagem tinha um caráter punitivo em vez de uma abordagem de saúde pública, o que muitas vezes resultava na estigmatização dos usuários.

### Situação Atual da Cracolândia

Nos últimos anos, a situação da Cracolândia ganhou novos contornos. A gestão atual tem buscado implementar políticas que vão além da repressão, tentando focar mais no acolhimento e na assistência social. Em 2017, a Prefeitura de São Paulo lançou o programa "Rehabilitation", que visa oferecer tratamento aos usuários, com foco na recuperação e reintegração social.

Ainda assim, desafios significativos persistem. A demanda por tratamento é muito maior do que a oferta disponível, e os recursos para assistência são limitados. A associação entre a Cracolândia e a criminalidade continua a ser uma preocupação premente, levando a um ciclo de políticas que se alternam entre repressão e tentativa de suporte.


A gestão pública enfrenta críticas entre as abordagens. Muitos defendem que a solução deve ser um modelo de redução de danos, que priorize a saúde e a dignidade das pessoas que usam drogas, em vez de tratá-las como criminosas. Por outro lado, os problemas de segurança e a sensação de insegurança na região são preocupações válidas para os moradores e comerciantes.

Enquanto a atenção da mídia e da sociedade civil volta-se para a Cracolândia, a necessidade de soluções integradas e sustentáveis se torna ainda mais evidente. É crucial que as políticas públicas envolvam não apenas tratamento e recuperação, mas também garantia de direitos, criação de oportunidades de emprego e ambiente urbanístico que favoreça a inclusão social.

Assim, a continuidade da luta contra a dependência química em São Paulo e a situação da Cracolândia demandam um entendimento profundo e uma abordagem mais humana, que considere as complexidades sociais, econômicas e psicológicas do fenômeno.


Polícia Civil prendeu dois indivíduos envolvidos no furto de baterias em SP

Na quarta-feira, dia 31, a Polícia Civil efetuou a prisão de dois indivíduos envolvidos na tentativa de venda de baterias furtadas de torres de telecomunicações. Os equipamentos ilícitos estavam guardados em duas edículas localizadas nos fundos de um imóvel em Diadema, na região metropolitana de São Paulo. Esse local funcionava como um ponto de entrega, onde as transações ilegais eram organizadas.

A investigação realizada pelos agentes da polícia levou até um ponto de entrega estratégico das baterias, que era operado a partir de uma adega na Vila Nogueira. Durante a ação, foram apreendidas 88 unidades desses acumuladores de energia, cujo valor estimado gira em torno de R$ 500 mil. O responsável pela adega foi detido no local, enquanto o segundo suspeito foi localizado em uma residência no bairro Serraria, indicando a conexão entre os infratores e a operação ilícita.

As vendas das baterias roubadas eram divulgadas por meio das redes sociais, evidenciando a utilização de plataformas digitais para facilitar o comércio clandestino. Estes dispositivos eram essenciais para uma empresa de telecomunicações que mantinha suas torres de transmissão funcionando. O furto das baterias não só representa uma perda financeira significativa, mas também provoca interrupções nos serviços, resultando em problemas como a má qualidade do sinal ou até mesmo a paralisação completa de serviços de comunicação.


As prisões ocorreram no âmbito da Operação Volts, conduzida por policiais da 3ª Delegacia de Polícia que atua no combate à violação de dispositivos eletrônicos e redes de dados, parte da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber) do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Com ações integradas e estratégicas, a polícia demonstra um firme compromisso na luta contra as atividades criminosas que afetam a infraestrutura de comunicação do país.

Os suspeitos foram autuados por receptação qualificada, o que indica a gravidade do envolvimento deles na cadeia do crime. As investigações continuam, com o objetivo de traçar um panorama mais amplo sobre a rede criminosa que opera na furtos de equipamentos essenciais. A polícia busca identificar e capturar outros indivíduos que possam estar associados a essa prática, além de desmantelar o esquema que prejudica não apenas a empresa de telecomunicações, mas também os usuários que dependem de um serviço de comunicação eficiente e confiável.

Além disso, essa operação destaca a crescente preocupação das autoridades em relação ao uso indevido das tecnologias presentes nas telecomunicações. O aumento do uso das redes sociais como meio de venda de produtos furtados ressalta a necessidade de medidas mais rigorosas para coibir atividades ilícitas nas plataformas digitais. As ações da polícia, portanto, não apenas visam à recuperação dos bens roubados, mas também buscam conscientizar a população sobre os riscos associados ao comércio de itens de origem duvidosa.


"Dinheiro Extra: Governo de SP Paga R$ 50 Mil por Informações Valiosas – Veja Como Participar!"

O serviço que oferece recompensas de até R$ 50 mil para denunciantes anônimos tem como objetivo ajudar a polícia a esclarecer crimes ou capturar fugitivos da justiça. O Programa Estadual de Recompensa visa incentivar a colaboração da população através de denúncias.




Qualquer indivíduo pode solicitar a recompensa de forma anônima ao fornecer informações que sejam pertinentes para a investigação de um crime, especialmente aquelas que ajudem na identificação do responsável ou na captura de alguém procurado pela lei.

As denúncias podem ser feitas por meio do site Web Denúncia: https://www.webdenuncia.sp.gov.br/cidadao/denuncie/. Após o envio da denúncia, o informante receberá um número de protocolo e uma senha que permitirão acompanhar de forma anônima o uso de sua informação.

O sistema de acompanhamento do Web Denúncia informará ao denunciante se a sua contribuição resultou em recompensa. Caso o informante seja notificado sobre a recompensa, será disponibilizado um número de cartão bancário virtual na tela de acompanhamento, o que possibilitará o saque da quantia em qualquer caixa eletrônico do Banco do Brasil, sem a necessidade de identificação. O valor pode ser retirado de uma só vez ou em partes, como ocorre com um cartão bancário convencional.

Este programa está regulamentado pelo Decreto nº 46.505, de 21 de janeiro de 2002.

**Recompensas de até R$ 50.000,00**

O Programa Estadual de Recompensa disponibiliza até R$ 50 mil para informações que ajudem a encontrar o responsável pela morte do Soldado Samuel Wesley Cosmo. O policial foi assassinado durante uma operação em uma área conhecida como "Mangue Seco", em Santos, e o caso está sob investigação.

**Outras Recompensas de até R$ 50.000,00**

Igualmente, o programa oferece até R$ 50 mil para informações que possam levar à captura dos responsáveis pela morte do cabo Nilson Mikio Furuta Junior, que foi abatido enquanto atendia a uma ocorrência de furtos em agências bancárias em Atibaia. Este caso também está sendo investigado pela Delegacia local.

Além disso, há uma recompensa de até R$ 50 mil para quem fornecer informações que ajudem a identificar o responsável pela morte de Arthur Aparecido Bencid Silva, ocorrida na madrugada do dia 1º de janeiro. O menino, de apenas 5 anos, foi atingido por uma bala perdida enquanto brincava em seu quintal na Avenida Doutor João Guimarães, Vila Sônia, em São Paulo. Este incidente está sendo apurado pela 89ª DP (Morumbi).

Irmão do ex-jogador Neto é preso em Holambra

Ele e outro ladrão tentaram roubar a moto de um GM na noite de terça (2). Criminosos chegaram a disparar contra o guarda, que estava de colete. 

O irmão do ex-jogador de futebol Neto, que defendeu times da região e também a seleção brasileira, foi preso junto com outro suspeito na noite desta terça-feira (2) em Holambra. Eles tentaram roubar a moto de um guarda municipal, chegaram a atirar contra ele, mas o disparo não feriu o GM, que estava usando colete à prova de balas. 

Os ladrões, de 20 e 25 anos, tentaram fugir após terem identificado a farda do guarda, mas foram presos em seguida. Uma das armas foi apreendida. De acordo com a Polícia Civil, os criminosos, que são de Santo Antônio de Posse, foram indiciados por tentativa de latrocínio e encaminhados para a Cadeia de Itapira (SP).

O guarda foi abordado na Rua Van Aken, que dá acesso ao bairro Imigrantes, em Holambra (SP). Ele voltava de Jaguariúna (SP) quando os ladrões surgiram de trás de um barranco em posse de duas armas. Após a tentativa frustrada, eles fugiram a pé por um matagal.

A vítima, que não se feriu com o disparo, acionou as equipes de Holambra. Por volta das 20h, os ladrões foram encontrados pela polícia na Alameda Maurício de Nassau. Um deles indicou o local do descarte de uma das armas do crime e a mesma foi capturada. A outra não foi encontrada. Os dois assaltantes serão transferidos para um Centro de Detenção Provisória da região.