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Mostrando postagens com marcador PM. Mostrar todas as postagens
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Relato de Um Sargento da PM

Relato de Um Sargento da PM
Quando ingressei na PM em 1991, nos diziam que éramos superiores ao tempo, nós não seríamos atingidos pelo frio, calor, chuva, vento, poeira, etc. E durante anos acreditamos nessa mentira que nos era ensinado pelos nossos superiores hierárquicos, quase sempre dito por aqueles que nunca iam para a linha de frente do combate ao crime. Vários suicídios de policiais aconteceram no posto de serviço, inúmeros policiais se entregaram ao alcoolismo, e tratamento que a PM dava era a exclusão a bem da disciplina.

Nem a PM e nem o governo do Estado nunca se preocuparam com o que ocorria em relação aos policiais que chegavam ao extremo de tirar a própria vida, pois era mais fácil expulsar do que tratar a doença do álcool ou das drogas, enquanto o cidadão civil era tratado em clínicas como São Marcelo, Adauto Botelho e outras, porém com ônus para o Estado, os policiais militares eram expulsos, acho que o Estado considerava mais barato, do que trata-los.

Nos dias de hoje, nada ou quase nada mudou, a não ser a nossa consciência de que não somos superiores ao tempo, mas por parte do Estado e da Própria instituição Polícia Militar, continuamos sem a atenção devida aos homens e mulheres, que tanto sofrem com pressões psicológicas, exaustão física e exposição à degradação ambiental. Por iniciativa de alguns abnegados foi criado o NAPS ( Núcleo de Assistência Psicossocial ) porém como não havia uma lei constituindo o NAPS, da forma que surgiu, também desapareceu, depois de relevantes serviços prestados aos policiais e bombeiros militares de Sergipe, em síntese, continua o desapego do Estado e da própria PM, pela saúde física e mental, dos policiais.

Em oito dias tivemos um suicídio, uma tentativa de suicídio, uma morte por infarto, sem contar com as mortes que já ocorreram ao longo desses sete meses do ano de 2014, temos hoje em situação de afastamento por motivo de saúde, nas mais diversas causas, mais de duzentos policiais militares, o detalhe é que o tratamento é buscado individualmente, sem nenhum amparo do Estado ou da PM.

Acho que o Estado e a PM tem que repensar o NAPS, ou seja lá o nome que queiram dar ao novo órgão, o que importa é o resultado, mas tem que ser através de projeto de lei, ou nunca teremos segurança no tratamento.                                                                                

Edgard Menezes ( cidadão brasileiro )
Fonte : www.faxaju.com.br

Base da PM na Ponte Grande em Guarulhos

O comando da Polícia Militar se reuniu com a cúpula da Prefeitura na noite desta quarta (21), para tratar sobre a volta da base da PM no bairro da Ponte Grande
O comando da Polícia Militar se reuniu com a cúpula da Prefeitura na noite desta quarta (21), para tratar sobre a volta da base da PM no bairro da Ponte Grande, mas a situação continuou indefinida.

O coronel Ítalo Cauzzo, do 15° Batalhão da PM, disse que foram propostos quatro endereços na região e que a Prefeitura irá consultar o departamento jurídico para saber a viabilidade dos imóveis.

Caso a base voltasse para a Ponte Grande, seria interessante para a Polícia Militar a presença de Guarda Civil Municipal para cuidar do prédio.

Segundo Cauzzo, a volta da base para região faria com que a PM perdesse efetivo na patrulha diária das ruas, pois precisaria para cuidar do patrimônio.

O antigo local ocupado pela base era inapropriado para que os policiais trabalhassem.

O prédio tem rachaduras e infiltrações em várias paredes. Um policial, que fazia plantão no local, fez questão de mostrar para a reportagem do DG que a estrutura não comportava as necessidades de uma base policial.

Fonte: DG

Guarulhos : PM recupera carga de cigarros


A Polícia Militar recuperou uma carga de cigarros que havia sido roubada numa caminhonete no cruzamento da Rua Itália com a Rua Portugal, em Cumbica, na madrugada desta terça-feira (21).

A PM foi informada do roubo por uma empresa de monitoramento, que seguia a caminhonete Boxer, da Peugeot.

O veículo estava abandonado em Cumbica.

Ao chegar ao local, a polícia achou o veículo, mas não a carga.

Os policiais fizeram então uma vistoria na casa do dono do veículo.No local, o proprietário não foi encontrado.

De acordo com um informe da PM, a casa era alugada e o dono teria franqueado a entrada aos policiais.

A carga de cigarros estava na casa.

O proprietário disse que havia alugado a casa para um homem guardar um carregamento de cigarros, segundo informe da PM.

Moradores do bairro teriam dito à polícia que o dono da caminhonete apreendida estaria envolvido no roubo da carga, sempre segundo o informe da polícia.

O caso foi registrado no 3° DP de Guarulhos.

O dono da caminhonete não foi encontrado.

O dono da casa foi levado ao DP.

A carga de cigarros, de diversas marcas, foi avaliada em R$ 15 mil.

A polícia não sabe de onde era a carga.

Legista diz: menino Marcelo também foi assassinado


O médico legista George Sanguinetti afirmou que o filho do casal de policiais militares paulistas Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13, foi assassinado junto com os pais – o sargento da ROTA, Luís Marcelo Pesseghini, 40, a mãe, cabo Andréia Pesseghini, 36 – além da avó e de uma tia avó.

Para a polícia paulista, o adolescente cometeu os quatro assassinatos entre a madrugada do último domingo (4) e a de segunda (5), com a arma da mãe, uma pistola .40, e se matou no começo da tarde de segunda, ao voltar do colégio.

Ao analisar as fotos da sala em que Marcelo e os pais foram encontrados mortos, Sanguinetti foi categórico ao afirmar:

a posição do corpo do adolescente não é compatível com a de um suicídio, e sim, com a de um assassinato. Há muita clareza nas posições dos corpos, que mostram que os três foram assassinados.

Ao fazer os cálculos de corpos com estatura semelhantes à da mãe e do filho, podemos observar que todos foram mortos por outra pessoa, disse Sanguinetti.

A posição em que o corpo do menino caiu, com a mão direita em cima do lado esquerdo da cabeça e o braço esquerdo dobrado para trás, com a palma da mão esquerda aberta para cima, não é compatível com a posição de um suicida, e sim, com a de uma pessoa que foi assassinada.

A arma do crime também não está no local compatível, que apareceria na foto em cima da cama ou próximo aos joelhos do menino, explicou Sanguinetti.

Para o professor legista, a equipe da perícia precisa refazer os cálculos do trajeto dos corpos ao serem atingidos pelos projéteis porque a conclusão está equivocada ao afirmar que o menino assassinou os pais e depois se matou.

Sanguinetti explicou: não é impossível refazer os cálculos mesmo com o cenário desfeito. Os peritos devem se basear nas imagens para concluir claramente que o menino Marcelo também foi vítima.

Apesar de as pessoas próximas ao menino dizerem que ele sabia atirar, a forma como cada um deles foi morto, com apenas um tiro na cabeça, é de atirador profissional. Por mais que o menino tivesse habilidade, ele efetuaria mais de um disparo para atingir os corpos dos pais e para se certificar de que eles teriam morrido, argumentou o legista.

Sanguinetti disse que também seguiu os cálculos da medicina legal para afirmar que o corpo de Andreia foi colocado no local em que foi encontrado. Para ele, a policial não foi morta na posição fetal.

A parte do corpo que ficou suspensa na cama corresponde a 15% da massa [corporal da vítima], e o peso restante faria o corpo ser arrastado para o chão. Jamais, ao levar um tiro, o corpo conseguiria se manter em uma posição que a parte mais leve seguraria a parte mais pesada, a não ser que já estivesse com rigidez cadavérica, como podemos observar na foto.

O legista Sanguinetti também questionou o argumento de que não foi detectada a presença de chumbo, antimônio, bário e pólvora nas mãos do menino, e que, ao efetuar supostamente os cinco disparos que mataram o adolescente, os pais, a avó Benedita de Oliveira Bovo, 67, e a tia Bernadete Oliveira da Silva, 55, o polegar e a parte dorsal da mão esquerda, obrigatoriamente, teriam algum vestígio.

Informaram que o menino era canhoteiro e nem a mão esquerda, a provável a ser usada para fazer os disparos, e nem direita apareceram com resíduos de tiros, disse Sanghinetti.

Obrigatoriamente quando efetuam-se disparos de arma de fogo os resíduos aparecem. Se disserem que ele efetuou e deu negativo o exame residuográfico estamos contradizendo a boa técnica da medicina legal, afirmou.

O médico legista questionou ainda o porquê da equipe de criminalistas não realizar exame em microscópio para observar resíduos dos tiros na derme e na epiderme do garoto: Eles fizeram exames somente com a lavagem das mãos em soro, mas deviam ter retirado pedaços da pele do menino para investigar os resíduos e encontrariam.

Sanguinetti disse que também analisou os relatos do cenário da casa dos PMs paulistas assassinados e afirmou que a equipe de peritos só observou se o portão e a porta estavam intactos, sem sinais de arrombamento:

Tinha uma janela com o cadeado arrombado e eles ignoraram a informação da cena. Provavelmente a pessoa que matou os cinco entrou pela janela.

A conclusão dos médicos legistas constará no laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística (IC) e que deverá ser entregue à Polícia Civil de São Paulo até o meio da semana.

O IC utiliza análise de manchas de sangue para indicar o momento em que o sargento foi morto. Também durante os próximos dias, o instituto deverá concluir o laudo necroscópico das outras vítimas e apontar, por exemplo, se alguma delas havia sido sedada ou se continha vestígios de pólvora.

Também aguardam o resultado de análise de peritos o computador e telefones celulares apreendidos na casa da família. Procurada nesse sábado, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou: só serão considerados laudos oficiais do caso.

O doutor George Sanghinetti ficou nacionalmente conhecido ao refazer o laudo das mortes do casal PC Farias e Suzana Marcolino e apontar que eles não tinham se suicidado, mas foram assassinados em 1996.

Confronto entre Tropa de Choque e Moradores Zona Lesta

A reintegração de posse foi acompanhada pela Tropa de Choque e outras forças de segurança. Houve confronto e ao menos duas pessoas ficaram feridas.


Mãe com Filho no Colo sendo expulsa pela Tropa de Choque!

O confronto entre policiais militares e moradores de um terreno invadido deixou dois feridos na manhã desta terça-feira (26) durante a reintegração de posse na Avenida Bento Guelfi, no Jardim Iguatemi, na Zona Leste de São Paulo.
Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o processo de reintegração de posse foi movido pelo dono do terreno, Heraclides Batalha de Camargo Filho, contra a Sociedade Amigos do Jardim Alto Alegre.

Ele acompanhou a ação policial. Perguntado se havia tentado negociar com as famílias, o proprietário respondeu: "como, eles são invasores. Eles invadiram a minha terra", disse Heráclides Filho.

A defesa dos moradores busca apoio político. "Nós estamos aguardando os meios e estamos buscando também ajuda política para tentarmos conversar e termos uma medida que não seja tão prejudicial às famílias", diz Ricardo Sampaio, advogado da associação dos moradores.

Logo após a ação policial e o começo da retirada dos moradores, o prefeito Fernando Haddad (PT) disse que tinha solicitado a suspensão da reintegração para o cadastramento das famílias, mas que o pedido foi negado pela Justiça. Ele afirmou que prepara um Decreto de Utilidade Pública (DUP) para fazer a desapropriação.

Isso é o que acontece com a administração do PT em todo brasil.