Subscribe Us

ads header
Mostrando postagens com marcador PM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PM. Mostrar todas as postagens

Relato de Um Sargento da PM

Relato de Um Sargento da PM
Quando ingressei na PM em 1991, nos diziam que éramos superiores ao tempo, nós não seríamos atingidos pelo frio, calor, chuva, vento, poeira, etc. E durante anos acreditamos nessa mentira que nos era ensinado pelos nossos superiores hierárquicos, quase sempre dito por aqueles que nunca iam para a linha de frente do combate ao crime. Vários suicídios de policiais aconteceram no posto de serviço, inúmeros policiais se entregaram ao alcoolismo, e tratamento que a PM dava era a exclusão a bem da disciplina.

Nem a PM e nem o governo do Estado nunca se preocuparam com o que ocorria em relação aos policiais que chegavam ao extremo de tirar a própria vida, pois era mais fácil expulsar do que tratar a doença do álcool ou das drogas, enquanto o cidadão civil era tratado em clínicas como São Marcelo, Adauto Botelho e outras, porém com ônus para o Estado, os policiais militares eram expulsos, acho que o Estado considerava mais barato, do que trata-los.

Nos dias de hoje, nada ou quase nada mudou, a não ser a nossa consciência de que não somos superiores ao tempo, mas por parte do Estado e da Própria instituição Polícia Militar, continuamos sem a atenção devida aos homens e mulheres, que tanto sofrem com pressões psicológicas, exaustão física e exposição à degradação ambiental. Por iniciativa de alguns abnegados foi criado o NAPS ( Núcleo de Assistência Psicossocial ) porém como não havia uma lei constituindo o NAPS, da forma que surgiu, também desapareceu, depois de relevantes serviços prestados aos policiais e bombeiros militares de Sergipe, em síntese, continua o desapego do Estado e da própria PM, pela saúde física e mental, dos policiais.

Em oito dias tivemos um suicídio, uma tentativa de suicídio, uma morte por infarto, sem contar com as mortes que já ocorreram ao longo desses sete meses do ano de 2014, temos hoje em situação de afastamento por motivo de saúde, nas mais diversas causas, mais de duzentos policiais militares, o detalhe é que o tratamento é buscado individualmente, sem nenhum amparo do Estado ou da PM.

Acho que o Estado e a PM tem que repensar o NAPS, ou seja lá o nome que queiram dar ao novo órgão, o que importa é o resultado, mas tem que ser através de projeto de lei, ou nunca teremos segurança no tratamento.                                                                                

Edgard Menezes ( cidadão brasileiro )
Fonte : www.faxaju.com.br

Base da PM na Ponte Grande em Guarulhos

O comando da Polícia Militar se reuniu com a cúpula da Prefeitura na noite desta quarta (21), para tratar sobre a volta da base da PM no bairro da Ponte Grande
O comando da Polícia Militar se reuniu com a cúpula da Prefeitura na noite desta quarta (21), para tratar sobre a volta da base da PM no bairro da Ponte Grande, mas a situação continuou indefinida.

O coronel Ítalo Cauzzo, do 15° Batalhão da PM, disse que foram propostos quatro endereços na região e que a Prefeitura irá consultar o departamento jurídico para saber a viabilidade dos imóveis.

Caso a base voltasse para a Ponte Grande, seria interessante para a Polícia Militar a presença de Guarda Civil Municipal para cuidar do prédio.

Segundo Cauzzo, a volta da base para região faria com que a PM perdesse efetivo na patrulha diária das ruas, pois precisaria para cuidar do patrimônio.

O antigo local ocupado pela base era inapropriado para que os policiais trabalhassem.

O prédio tem rachaduras e infiltrações em várias paredes. Um policial, que fazia plantão no local, fez questão de mostrar para a reportagem do DG que a estrutura não comportava as necessidades de uma base policial.

Fonte: DG

Guarulhos : PM recupera carga de cigarros


A Polícia Militar recuperou uma carga de cigarros que havia sido roubada numa caminhonete no cruzamento da Rua Itália com a Rua Portugal, em Cumbica, na madrugada desta terça-feira (21).

A PM foi informada do roubo por uma empresa de monitoramento, que seguia a caminhonete Boxer, da Peugeot.

O veículo estava abandonado em Cumbica.

Ao chegar ao local, a polícia achou o veículo, mas não a carga.

Os policiais fizeram então uma vistoria na casa do dono do veículo.No local, o proprietário não foi encontrado.

De acordo com um informe da PM, a casa era alugada e o dono teria franqueado a entrada aos policiais.

A carga de cigarros estava na casa.

O proprietário disse que havia alugado a casa para um homem guardar um carregamento de cigarros, segundo informe da PM.

Moradores do bairro teriam dito à polícia que o dono da caminhonete apreendida estaria envolvido no roubo da carga, sempre segundo o informe da polícia.

O caso foi registrado no 3° DP de Guarulhos.

O dono da caminhonete não foi encontrado.

O dono da casa foi levado ao DP.

A carga de cigarros, de diversas marcas, foi avaliada em R$ 15 mil.

A polícia não sabe de onde era a carga.

Legista diz: menino Marcelo também foi assassinado


O médico legista George Sanguinetti afirmou que o filho do casal de policiais militares paulistas Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13, foi assassinado junto com os pais – o sargento da ROTA, Luís Marcelo Pesseghini, 40, a mãe, cabo Andréia Pesseghini, 36 – além da avó e de uma tia avó.

Para a polícia paulista, o adolescente cometeu os quatro assassinatos entre a madrugada do último domingo (4) e a de segunda (5), com a arma da mãe, uma pistola .40, e se matou no começo da tarde de segunda, ao voltar do colégio.

Ao analisar as fotos da sala em que Marcelo e os pais foram encontrados mortos, Sanguinetti foi categórico ao afirmar:

a posição do corpo do adolescente não é compatível com a de um suicídio, e sim, com a de um assassinato. Há muita clareza nas posições dos corpos, que mostram que os três foram assassinados.

Ao fazer os cálculos de corpos com estatura semelhantes à da mãe e do filho, podemos observar que todos foram mortos por outra pessoa, disse Sanguinetti.

A posição em que o corpo do menino caiu, com a mão direita em cima do lado esquerdo da cabeça e o braço esquerdo dobrado para trás, com a palma da mão esquerda aberta para cima, não é compatível com a posição de um suicida, e sim, com a de uma pessoa que foi assassinada.

A arma do crime também não está no local compatível, que apareceria na foto em cima da cama ou próximo aos joelhos do menino, explicou Sanguinetti.

Para o professor legista, a equipe da perícia precisa refazer os cálculos do trajeto dos corpos ao serem atingidos pelos projéteis porque a conclusão está equivocada ao afirmar que o menino assassinou os pais e depois se matou.

Sanguinetti explicou: não é impossível refazer os cálculos mesmo com o cenário desfeito. Os peritos devem se basear nas imagens para concluir claramente que o menino Marcelo também foi vítima.

Apesar de as pessoas próximas ao menino dizerem que ele sabia atirar, a forma como cada um deles foi morto, com apenas um tiro na cabeça, é de atirador profissional. Por mais que o menino tivesse habilidade, ele efetuaria mais de um disparo para atingir os corpos dos pais e para se certificar de que eles teriam morrido, argumentou o legista.

Sanguinetti disse que também seguiu os cálculos da medicina legal para afirmar que o corpo de Andreia foi colocado no local em que foi encontrado. Para ele, a policial não foi morta na posição fetal.

A parte do corpo que ficou suspensa na cama corresponde a 15% da massa [corporal da vítima], e o peso restante faria o corpo ser arrastado para o chão. Jamais, ao levar um tiro, o corpo conseguiria se manter em uma posição que a parte mais leve seguraria a parte mais pesada, a não ser que já estivesse com rigidez cadavérica, como podemos observar na foto.

O legista Sanguinetti também questionou o argumento de que não foi detectada a presença de chumbo, antimônio, bário e pólvora nas mãos do menino, e que, ao efetuar supostamente os cinco disparos que mataram o adolescente, os pais, a avó Benedita de Oliveira Bovo, 67, e a tia Bernadete Oliveira da Silva, 55, o polegar e a parte dorsal da mão esquerda, obrigatoriamente, teriam algum vestígio.

Informaram que o menino era canhoteiro e nem a mão esquerda, a provável a ser usada para fazer os disparos, e nem direita apareceram com resíduos de tiros, disse Sanghinetti.

Obrigatoriamente quando efetuam-se disparos de arma de fogo os resíduos aparecem. Se disserem que ele efetuou e deu negativo o exame residuográfico estamos contradizendo a boa técnica da medicina legal, afirmou.

O médico legista questionou ainda o porquê da equipe de criminalistas não realizar exame em microscópio para observar resíduos dos tiros na derme e na epiderme do garoto: Eles fizeram exames somente com a lavagem das mãos em soro, mas deviam ter retirado pedaços da pele do menino para investigar os resíduos e encontrariam.

Sanguinetti disse que também analisou os relatos do cenário da casa dos PMs paulistas assassinados e afirmou que a equipe de peritos só observou se o portão e a porta estavam intactos, sem sinais de arrombamento:

Tinha uma janela com o cadeado arrombado e eles ignoraram a informação da cena. Provavelmente a pessoa que matou os cinco entrou pela janela.

A conclusão dos médicos legistas constará no laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística (IC) e que deverá ser entregue à Polícia Civil de São Paulo até o meio da semana.

O IC utiliza análise de manchas de sangue para indicar o momento em que o sargento foi morto. Também durante os próximos dias, o instituto deverá concluir o laudo necroscópico das outras vítimas e apontar, por exemplo, se alguma delas havia sido sedada ou se continha vestígios de pólvora.

Também aguardam o resultado de análise de peritos o computador e telefones celulares apreendidos na casa da família. Procurada nesse sábado, a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou: só serão considerados laudos oficiais do caso.

O doutor George Sanghinetti ficou nacionalmente conhecido ao refazer o laudo das mortes do casal PC Farias e Suzana Marcolino e apontar que eles não tinham se suicidado, mas foram assassinados em 1996.

Confronto entre Tropa de Choque e Moradores Zona Lesta

A reintegração de posse foi acompanhada pela Tropa de Choque e outras forças de segurança. Houve confronto e ao menos duas pessoas ficaram feridas.


Mãe com Filho no Colo sendo expulsa pela Tropa de Choque!

O confronto entre policiais militares e moradores de um terreno invadido deixou dois feridos na manhã desta terça-feira (26) durante a reintegração de posse na Avenida Bento Guelfi, no Jardim Iguatemi, na Zona Leste de São Paulo.
Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o processo de reintegração de posse foi movido pelo dono do terreno, Heraclides Batalha de Camargo Filho, contra a Sociedade Amigos do Jardim Alto Alegre.

Ele acompanhou a ação policial. Perguntado se havia tentado negociar com as famílias, o proprietário respondeu: "como, eles são invasores. Eles invadiram a minha terra", disse Heráclides Filho.

A defesa dos moradores busca apoio político. "Nós estamos aguardando os meios e estamos buscando também ajuda política para tentarmos conversar e termos uma medida que não seja tão prejudicial às famílias", diz Ricardo Sampaio, advogado da associação dos moradores.

Logo após a ação policial e o começo da retirada dos moradores, o prefeito Fernando Haddad (PT) disse que tinha solicitado a suspensão da reintegração para o cadastramento das famílias, mas que o pedido foi negado pela Justiça. Ele afirmou que prepara um Decreto de Utilidade Pública (DUP) para fazer a desapropriação.

Isso é o que acontece com a administração do PT em todo brasil.




GUARULHOS - Soldado da corregedoria da PM é morto em Guarulhos

Policial foi surpreendido por três homens armados quando chegava em casa; outro policial militar foi baleado em Guarulhos, mas sobreviveu.

O soldado Edgard Lavado, de 43 anos, que atuava na Corregedoria da Polícia Militar, foi morto com um tiro no pescoço por volta das 21 horas desta terça-feira, em Guarulhos, região leste da Grande São Paulo. 

À paisana e em uma moto, o policial foi surpreendido por homens armados quando chegava em casa, na Rua Cararu, no Jardim Arapongas. Segundo a polícia, testemunhas disseram que os atiradores, pelo menos três, estavam em um Ford Fiesta prata, cuja placa não foi anotada.

Ferido por um tiro de revólver calibre 38, o soldado ainda foi levado por vizinhos para a Unidade de Pronto Atendimento de Jardim Alvorada, onde morreu. O policial era casado e tinha quatro filhos. Nenhum suspeito foi detido. O caso foi registrado no 4º Distrito Policial de Guarulhos. Só neste ano, foram assassinados 91 policiais no estado de São Paulo.

Outro policial militar foi baleado em uma tentativa de roubo em um supermercado, por volta das 2 horas da madrugada desta quarta-feira, em Santana de Parnaíba, região oeste da Grande São Paulo. Informados sobre uma invasão à loja do supermercado Dia, localizada na Avenida Marte, policiais militares da 2ª Companhia do 20º Batalhão foram até o local. Segundo a PM, eram pelo menos 10 bandidos, alguns armados de fuzis e metralhadoras.

Na fuga, ocupando vários veículos, entre eles um Jetta e um Corolla, o bando atirou contra as viaturas da PM, baleando nas pernas o soldado Almeida, que estava dentro do veículo quando foi atingido. O policial foi levado para o Hospital Geral de Itapevi e está fora de perigo.

Nem a Polícia Militar nem a Polícia Civil, até o final da madrugada, haviam informado se algo foi levado pelos bandidos. Os dados da ocorrência foram encaminhados para a delegacia central da região.

Confronto – O ocupante de um carro roubado morreu durante uma troca de tiros com policiais da Força Tática do 10º Batalhão da PM por volta das 2 horas desta quarta-feira em São Bernardo do Campo, no ABC.

Segundo a PM, a perseguição ao Fox começou na Avenida Novo Horizonte, na Vila Sacadura Cabral, em Santo André, município vizinho, e se estendeu até a Rua Tibiriçá, na Vila Vivaldi, em São Bernardo. Neste local, o veículo do suspeito foi parado e o ocupante do Fox teria atirado contra os policiais, que revidaram.

Baleado, o suspeito, que estava armado com um revólver calibre 38 de acordo com a PM, morreu quando era atendido no pronto-socorro central de Santo André. O nome do rapaz morto não foi informado. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial (São Bernardo do Campo) pelo delegado Neliton Marques Cabral e será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Fonte: veja

GUARULHOS - Ex-PM é assassinado e outras cinco pessoas são baleadas em Guarulhos

Criminosos passaram atirando na direção de bar no bairro de Itapegica.Cláudio Moraes, que saiu da PM em 2005, não resistiu aos ferimentos.

Seis pessoas foram baleadas em frente a um bar no bairro de Itapegica em Guarulhos na tarde deste domingo (2). Uma das vítimas foi o ex-policial militar Cláudio Moraes, que morreu. Os demais feridos foram transferidos para o Complexo Hospitalar Padre Bento.

De acordo com informações da Polícia Militar, criminosos passaram em um carro em movimento e começaram a atirar em frente a um bar na Rua Coronel Rafael Tobias, por volta das 17h30.

A sala de imprensa da Polícia Militar informou ainda que Cláudio Moraes havia sido expulso da corporação em 2005.
De acordo com o Complexo Hospitalar Padre Bento, as outras cinco vítimas passavam por atendimento na noite do domingo e, às 22h, ainda não haviam sido liberadas. O hospital não detalhou o estado de saúde delas. Pelo menos uma teve de ser submetida à cirurgia.
O caso foi registrado no 2º DP de Guarulhos.

GUARULHOS - PM morto em Guarulhos evitava falar que era policial

Durante o sepultamento do policial militar Edgar Lavado, de 43 anos, nesta quarta-feira em Arujá, na Grande São Paulo, alguns parentes do militar, que não quiseram se identificar, disseram que o soldado evitava ser reconhecido como PM: "Nem os vizinhos sabiam que ele era policial", disse um familiar.

O enterro dele foi no cemitério Jardim Rincão, em Arujá, onde vive a família da esposa. Além de familiares e amigos, muitos policiais da Corregedoria de São Paulo, onde Lavado trabalhava já há 23 anos, compareceram na cerimônia de despedida. Ele foi morto a tiros quando chegava em casa, em Guarulhos, na noite desta terça-feira (13)

O ônibus que trouxe os policiais ficou estacionado o tempo todo na porta do velório.
O clima no local era de total silêncio. Familiares do militar ficaram nervosos com a presença dos repórteres no velório. Por causa disso, a presença dos profissionais da imprensa no local foi vetada. Todos tiveram que acompanhar do lado de fora.

Ninguém da Corregedoria foi autorizado a conversar com o G1 sobre a morte de Lavado.O soldado morava em Guarulhos, na Grande São Paulo, e trabalhava na corporação desde 1989.

Formado em Ciências da computação, ele era responsável pela área de informática da Corregedoria. O PM foi morto com um tiro, que atingiu o coração, na noite desta terça-feira (13) ao chegar em casa. De acordo com alguns parentes, Lavado era discreto. Não costumava andar fardado e nem com a carteirinha da corporação “Foi um grande susto para a família, já que ele era bastante cauteloso”, disse um familiar que não quis ser identificado.





Edgar Lavado foi casado duas vezes e tinha 4 filhos. Da última união, que já durava 12 anos, o policial tinha dois filhos, um menino de 10 anos e uma menina de 7. Do primeiro casamento, Lavado tinha mais um casal de filhos, uma jovem de 22 anos e um rapaz de 18 anos.

A Polícia Militar informou que Lavado foi morto quando chegava em casa no Jardim Cumbica, por volta das 21h. Segundo testemunhas, os disparos teriam sido feitos pelo passageiro de um veículo prata.

Prisão
Um homem suspeito de matar o soldado Edgard Lavado, foi preso nesta quarta-feira (14), em São Paulo, segundo a corporação. Com esse caso, já chega a 92 o número de PMs assassinados ao longo de 2012, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP). A Polícia Civil de Guarulhos investiga se realmente houve execução, já que os bandidos não roubaram nada do policial.

Fonte: g1

GUARULHOS - Policial militar é baleado e morto em Cumbica

Ataque tem característica de ‘execução’, deduz a PM.Policial foi morto na porta de sua casa e nada foi roubado.

Um policial militar foi baleado e morto na noite desta terça-feira (13) em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, quando chegava em casa do trabalho.

Segundo a polícia, o soldado Edgard Lavado, de 43 anos, foi morto no Jardim Cumbica, por volta das 21h. De acordo com testemunhas, disparos teriam sido feitos pelo ocupante de um carro prata.


Nove são baleados e três morrem em noite violenta em Guarulhos

As circunstâncias indicam, segundo a PM, que houve uma execução - nada da vítima foi levado. A moto usada pelo policial foi deixada no local do crime.

Lavado foi baleado quando voltava para casa. Ele desceu da moto para abrir o portão quando um homem desceu do carro que o seguia, atirou e fugiu. Após ser baleado, dois homens em uma moto passaram pelo local, viram Lavado caído no chão e fugiram em alta velocidade.

O policial foi socorrido por um vizinho, mas morreu no Pronto Socorro Alvorada, em Guarulhos. Até o início da manhã desta quarta-feira (14), não havia pistas dos criminosos.

Lavado entrou na PM em 1989. Ele trabalhava na Corregedoria da PM, na capital, e costumava andar desarmardo e sem farda. Os vizinhos disseram à reportagem do Bom Dia São Paulo que não sabiam que Lavado era policial.

Com esse caso, já chega a 92 o número de PMs assassinados ao longo de 2012, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

GUARULHOS - Morre PM baleado dentro de açougue

Sargento estava com o filho, de 5 anos, quando foi atingido.Um dos criminosos foi baleado e morreu em acidente após o assalto.

O policial militar que foi baleado dentro de um açougue em Guarulhos, na Grande São Paulo, morreu na tarde deste sábado.

Segundo a PM, o ataque aconteceu por volta das 13h, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, no bairro Cocaia. Um dos suspeitos também foi morto.

O sargento Edir Almeida, de 42 anos, estava com seu filho, de 5 anos, quando dois criminosos entraram no estabelecimento.

Um foi direto ao caixa e o outro brigou com o PM, que foi atingido por dois tiros. O assaltante que pegava o dinheiro também disparou, mas atingiu seu colega e uma pessoa que estava no açougue.

A dupla fugiu em uma moto, mas poucos metros depois bateu em um carro. O criminoso que estava baleado morreu na hora. O outro ficou ferido no acidente e foi levado para um hospital, sob custódia da polícia.

O sargento tinha 16 anos de serviço na PM e a última função dele era na Corregedoria. Com sua morte, já são 93 os policiais assassinados no estado neste ano.

Madrugada violenta
Oito pessoas morreram entre a a noite desta sexta-feira e a madrugada deste sábado na Grande São Paulo em ataques e em confronto com a polícia. As mortes ocorreram nas zonas Sul, Norte e Leste da capital e em Embu das Artes, na Grande São Paulo. O número de mortes nesta madrugada é superior à média diária de assassinatos no mesmo mês do ano passado

PM que matar menos poderá ganhar gratificação em SP

O Comando-Geral da Polícia Militar vai criar uma remuneração variável para valorizar seus praças e oficiais. E os PMs que menos se envolverem em ocorrências suspeitas de resistência seguida de morte ganharão pontos para aumentar seus vencimentos.

Um índice será feito com base em uma lista de metas ligadas à redução da criminalidade e à produtividade da ação policial relacionada, por exemplo, a apreensão de armas e revistas de suspeitos. Essa será uma das medidas a serem apresentadas pelo comandante-geral da PM, Roberval Ferreira França, para reformar a corporação.


No cargo desde o dia 24 de abril, França falou ao jornal O Estado de S.Paulo sobre as estratégias que pretende implementar.

O plano já foi apresentado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) e ao secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. "O governador reagiu da seguinte forma: ?Meus parabéns, aprovo na totalidade e tem minha liberação para colocar 100% dessas propostas em realidade?", diz o comandante. Outra medida importante é a descentralização da Corregedoria, com a criação de 12 escritórios regionais na capital, Grande São Paulo e no interior.

A estrutura atual de 800 homens deve permanecer. O comandante diz que pretende ainda mudar as normas internas para tornar mais rápida a punição e a expulsão de policiais envolvidos em crimes. França diz que a reforma não tem o objetivo de responder à sucessão de notícias negativas na área da Segurança Pública que vieram à tona no período de sua gestão.

Entre os principais problemas, houve, em junho, uma sequência de seis PMs executados. Escutas da Polícia Civil identificaram criminosos do Primeiro Comando da Capital (PCC) como os responsáveis. Até ontem, 54 policiais militares já haviam morrido a tiros neste ano. Também cresceram no Estado e na capital as taxas de crime contra o patrimônio e contra a pessoa, como os homicídios.

No fim do mês passado, a morte do publicitário Ricardo Prudente de Aquino, de 42 anos, assassinado por PMs durante uma abordagem, causou uma série de críticas. Movimentos sociais iniciaram coleta de assinaturas pedindo a desmilitarização da corporação, e a Defensoria e o Ministério Público Federal (MPF) ameaçam entrar com ações contra o Comando. Perfil Segundo França, a reforma é necessária por causa do tipo de demanda que a população tem dos serviços da polícia. Ele afirma que, no ano passado, entre os 43 milhões de chamados feitos pelo 190, 90% foram pedidos de intervenção social, como partos, mediações de conflitos, problemas de barulhos. Só 10% estavam relacionados a crimes. França afirma também que pretende reformar a PM para que a corporação seja vista como "um manto protetor".

Ele cita a polícia inglesa e a experiência vivida por um primo na Inglaterra como a meta e o modelo. O primo do comandante-geral estava correndo de bicicleta acima da velocidade permitida quando foi parado. Os policiais checaram no rádio se ele era foragido ou se tinha problemas na Justiça. Diante do resultado negativo, perguntaram por que corria. Ele explicou que havia emprestado o blusão para um amigo e corria para não ter hipotermia.

Os policiais colocaram a bicicleta dentro de uma viatura e o levaram para casa. Depois de dez minutos, voltaram a ligar para saber se o risco de hipotermia havia passado. "Esse tipo de postura, que nossa polícia não tem, dá ao cidadão a sensação de segurança. É o que buscamos fazer com a proposta de reforma."

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

GUARULHOS - Polícia detém oito por suspeita de tráfico

Dois homens e seis adolescentes foram detidos em uma operação da Polícia Civil de combate ao tráfico em uma favela de Guarulhos, na Grande São Paulo, na madrugada desta quarta-feira (18). Armas e drogas foram apreendidas. Em um dos barracos, os policiais encontraram uma escopeta.
Também foram apreendidos um revólver, maconha e 2 mil embalagens com cocaína.


Segundo a polícia, os menores detidos, com idades entre 13 e 15 anos, trabalhavam para o tráfico. Eles tinham jornadas diárias, com horários definidos. Os adolescentes, ainda segundo a Polícia Civil, eram comandados por um traficante suspeito de envolvimento na morte de dois policiais militares após uma troca de tiros, no começo deste mês.

O crime foi no limite de São Paulo - região de São Miguel Paulista - com Guarulhos. O traficante é suspeito de subornar policiais da Rocam em uma blitz em Guarulhos. Quando colegas do criminoso iam entregar a propina, foram parados em outra blitz por policiais militares da Força Tática.

Os PMs da Força Tática, então, assumiram a direção do carro e vestiram roupas comuns por cima da farda. Quando chegaram ao local do pagamento, foram recebidos a tiros pelos policiais da Rocam, que esperavam pelo dinheiro.

No tiroteio, um policial da Rocam morreu na hora. Outro, da Força Tática, foi baleado e ficou internado em estado grave por duas semanas.

Ele morreu nesta segunda-feira(16).

Fonte: g1

GUARULHOS - Ônibus é Incendiado em Protesto


Moradores do bairro Presidente Dutra, em Guarulhos, na Região Metropolitana, fizeram dois protestos nesta terça-feira, 17, por causa do desaparecimento de dois jovens, que estão sumidos desde a quinta-feira da semana passada. Na última manifestação, ocorrida por volta das 17 horas, um ônibus foi queimado e um homem acabou detido pela polícia.

Os rapazes desapareceram, segundo moradores, depois de uma abordagem da PM. Eles foram levados em uma viatura, mas nunca mais foram vistos nem foram apresentados em delegacia de Guarulhos. A primeira manifestação ocorreu por volta das 13 horas. A Avenida Papa João Paulo I foi bloqueada por cerca de 100 pessoas, segundo moradores do bairro, com pneus e pedaços de madeira queimados.

Polícia Militar e bombeiros foram chamados e dispersaram manifestantes. Na sequência, um trator retirou o material queimado da via, que foi reaberta ao tráfego. Entretanto, manifestantes permaneceram no local e, após a saída da PM, um ônibus foi parado e os passageiros, obrigados a descer. O coletivo foi queimado e ficou totalmente destruído.



Como retorno da polícia, houve grande confusão. "Eles atiraram muito, com balas de borracha. Acertaram até as meninas. Uma vizinha ficou com a perna sangrando", disse uma moradora que não quis se identificar. A polícia deteve o desempregado Anderson Maciel, de 31 anos. Segundo policiais, ele estava armado e foi quem dominou o motorista do ônibus - mas foi detido sem nenhuma arma. Uma moça, que disse ser irmã dele e também não quis se identificar, falou que ele estava "bêbado" e por isso participou da confusão.

Os pais dos desaparecidos não foram localizados pela reportagem durante a noite para dar mais detalhes sobre o sumiço. Em nota, a Polícia Militar disse que apura as suspeitas apresentadas pelos moradores e solicita que as pessoas que tenham alguma informação útil às apurações procurem a Corregedoria da PM.

Fonte: g1 / band

Viatura da PM Atropela e Mata Garota

A jovem Natália Marina De Carli, 22 anos, morreu, após ser tropelada por uma viatura da Polícia Militar. Ela estava em frente uma casa noturna quando foi atingida.

Segundo relatos de várias testemunhas que presenciaram o ocorrido, a viatura da Polícia Militar estava em alta velocidade. O fato aconteceu em frente a uma casa noturna no centro de Alta Floresta (Mato Grosso) na madrugada desse sábado (17).

Segundo relatos de testemunhas que estavam na casa noturna e presenciaram o triste episódio, a viatura da PM seguia em alta velocidade pela Avenida Ariosto da Riva, que ao “pular” um quebra mola perdeu o controle e acabou atingindo a jovem que aguardava à beira da Avenida, para atravessar.

O motorista, o PM Soldado Alves, perdeu o controle e atingiu a jovem que aguardava para atravessar a pista na beira da via. Na viatura também estava outro PM Soldado Taqueu.

Segundo relatos de pessoas que estavam no local o soldado ainda teria tentado voltar para o meio da pista, mas acabou rodando com a viatura que atingiu lateralmente a traseira de um veículo Corsa, que entrava no estacionamento.

Com o impacto, segundo informações, Natália foi lançada a uma distância de aproximadamente uns 20 metros onde foi parar em baixo de uma camionete que estava na calçada. Populares se juntaram e retiraram o veiculo de cima da jovem, aguardando a chegada dos bombeiros. Os policiais militares também permaneceram feridos dentro da viatura.

Natália De Carli foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu e morreu minutos depois de dar entrada no Pronto socorro do Hospital Albert Sabin.

Ainda no Pronto Socorro do Hospital o PM Tenente Viera, oficial que estava de serviço no momento, repassou informações colhidas junto aos militares, que apesar dos ferimentos, nada grave sofreram.

A informações ainda não confirmadas de que os policiais seguiam para uma ocorrência. Segundo informações e relatos de testemunhas que estavam no local do acidente, a viatura não estaria com a sirene ligada.

A PM acionou a POLITEC para que fosse feito o exame de alcoolemia no policial que conduzia a viatura e garantiu a apuração dos fatos. A Polícia Civil deve instaurar inquérito para apurar o acidente.

O coronel Mauro Anselmo Morais Ribeiro, comandante Regional 9, disse, esta manhã, em entrevista ao site Só Notícias, que serão adotados os procedimentos comuns de investigação. "É um acidente de trânsito comum. Claro que será investigado para ver como e porque ocorreu", adiantou.

De acordo com o major Antônio de Souza, comandante do batalhão altaflorestense, dois policiais estavam na viatura. Um continua hospitalizado, em observação e outro já foi avaliado e liberado. Ambos serão designados para os trabalhos administrativos da Polícia Militar enquanto o inquérito é realizado, além de receberem acompanhamento psicológico. "Foi uma fatalidade, estão todos abalados mas estamos caminhando nos trâmites legais", destacou ao site Só Notícias. Em relação a velocidade da viatura, Souza reforçou que poderá ser afirmado apenas após a conclusão da perícia.

Revoltados, amigos de Natália e familiares que estavam no local ou chegaram posteriormente, ameaçavam linchar os policiais militares e proferiam palavrões contra os dois que estavam ainda dentro da viatura a espera de socorro.

A mãe da jovem, desesperada, gritava; “você é louco! Você é louco!”

Populares, conhecidos e amigos se aglomeraram ainda em frente ao Pronto Socorro onde Natália e os PMs envolvidos no acidente foram encaminhados.

Com receio de uma possível manifestação da população a Polícia Militar precisou de reforços para evitar uma possível invasão no Pronto Socorro.

Policiais militares paisana foram chamados e compareceram para conter os ânimos. No Pronto Socorro um oficial foi disponibilizado pela PM que foi o responsável por repassar informações à família.

Tenente Benhur, ainda antes do anúncio oficial da morte da jovem, disse “Nós vamos tomar todas as medidas necessárias. Vocês só não podem achar que a gente está querendo esconder alguma coisa. O policial vai passar pelo teste de alcoolemia e vamos verificar se ele tem habilitação.”

Natália era filha do empresário João Canhos, e deixou uma filha. Natália Marina De Carli Canhos era bastante conhecida no Município de Alta Floresta e com certeza deixa saudades a amigos e familiares.

Fonte: Alta Floresta News

Comandante da PM é Solto nesta Quarta-feira 21

O comandante do batalhão de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, foi solto nesta quarta-feira (21) de madrugada por ordem da Justiça. Ele tinha sido preso na segunda-feira (19), acusado de corrupção pela Polícia Civil, que não apresentou provas do crime.

O coronel Djalma Beltrami disse que dormiu pouco nas 44 horas em que ficou preso. O comandante do batalhão de São Gonçalo é acusado pela Polícia Civil de receber dinheiro de traficantes para não reprimir o tráfico.

“Eu nunca recebi propina na minha vida, nunca participaria de nenhum esquema dessa natureza porque, em 27 anos de polícia, a minha história dá esse resultado. Eu nunca mandei ninguém falar por mim, nem nunca iria mandar ninguém falar por mim”, diz Djalma Beltrami.

Como prova do esquema de corrupção, a polícia apresentou na segunda-feira (19) gravações de conversas telefônicas. “Tem como eu aumentar o de vocês mil a mais e dar dez por semana para o ‘número um’, o comandante, entendeu? ‘Arregar’ ele também. Isso que eu quero fazer”, disse um traficante. (sic)

Na ordem de soltura, o desembargador Paulo Rangel considerou lamentável que a prisão tenha sido decretada sem observar o teor das escutas telefônicas. Segundo o magistrado, houve maldade da autoridade policial ao entender que ‘zero um’ só poderia ser o comandante do batalhão de São Gonçalo.

Não há registro de conversas do comandante nas gravações divulgadas pelos investigadores. No dia da prisão, o delegado Alan Luxardo afirmou que havia material contundente contra Djalma Beltrami. Nesta quarta-feira (21), o delegado não quis gravar entrevista, mas disse que tem outras provas para apresentar.

Uma outra gravação liberada pela polícia mostra uma negociação entre um traficante e um PM. Mais uma vez, não se trata de uma conversa do comandante Beltrami: “Anotei o número de sua viatura, vou mandar lá para o seu comandante amanhã, que ele leva quarenta mil aí. Vai acabar com o ‘arrego’ por causa de tu” (sic).

Ex-comandantes-gerais da PM e o presidente da associação dos oficiais visitaram o coronel na prisão terça-feira e disseram que as gravações apresentadas não são suficientes para incriminá-lo.

O desembargador que mandou soltar o coronel determinou ainda que o nome de Djalma Beltrami seja retirado da investigação. O coronel não foi exonerado do cargo de comandante do batalhão de São Gonçalo e disse que está à disposição do Comando-Geral da PM para voltar a trabalhar.

“Nunca fiz nada errado, estou convicto disso e por isso consigo colocar minha cabeça no travesseiro e ficar tranquilo”, declarou.

O Comando-Geral da Polícia Militar ainda não informou se o coronel voltará a trabalhar ou se vai ficar afastado.

USO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO PARA ATIVIDADES PARTICULARES II

Quatro viaturas da Polícia Militar paradas em fila dupla na frente de um pequeno clube na Lapa, um dos bairros da zona oeste da cidade afetados pela recente onda de arrastões a bares e restaurantes. Para qualquer cidadão que passasse pelo local, a impressão seria a de uma ocorrência em andamento. Mas não. Era só um churrasco de confraternização de policiais, alguns fardados e em horário de serviço.

A festa aconteceu na noite desta segunda-feira (29) na rua Catão, área do 4º Batalhão da Polícia Militar, e contou com a presença de aproximadamente 30 pessoas, nem todas policiais. Com música e bebidas alcoólicas, o encontro marcou a despedida de um colega de corporação. O espaço para a confraternização foi cedido gratuitamente pelo clube. O aluguel de uma quadra no local custa R$ 400 por mês, mas não há horários disponíveis por enquanto.

A reportagem esteve no local entre as 19h30 e as 21h desta segunda-feira. Qualquer pessoa que procurasse saber o que se passava no local era informada sobre a confraternização.

Em vários momentos, alguns dos policiais militares em serviço foram até a porta do clube olhar as viaturas estacionadas na rua. Um deles, fardado, fez inclusive um convite.

- Não querem mesmo beber nada? Comer nada? A comunidade é amiga da polícia. E a polícia é amiga da comunidade.

Sindicância

Na tarde desta terça-feira (30), o major da Polícia Militar Kenji Konishi, subcomandante do 4.º Batalhão da PM, responsável pela região, informou que a corporação vai abrir sindicância para apurar irregularidades.

À noite, o Centro de Comunicação Social da PM disse em nota que "policiais de folga se reuniram para a despedida de um PM e policiais de serviço na área territorial da confraternização passaram no local para cumprimentar o colega". A nota acrescenta que "não houve prejuízo ao atendimento de ocorrências" e confirma abertura de sindicância.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Segurança Pública "Policia Militar"

FORMAS DE ATUAÇÃO DA POLICIA MILITAR

Polícia de Trânsito
O Programa de Policiamento de Trânsito, cuja atividade policial ostensiva está voltada à prevenção e repressão imediata de atos relacionados com a segurança pública, visa garantir a observância das normas relativas à segurança nas vias públicas, assegurar a livre circulação e evitar acidentes, bem como definir ações específicas e necessárias ao alcance dos propósitos fixados na Política Nacional de Trânsito".


Polícia Ostensiva
Trata-se de um conceito abrangente, que envolve atividades de prevenção primária e secundária, as quais são executadas para consecução da segurança pública, tais como policiamento comunitário, radiopatrulhamento e todas as demais que são levadas a efeito pela Polícia Militar a fim de prevenir o cometimento de ilícitos penais ou de infrações administrativas sujeitas ao controle da Instituição.
A atividade de polícia de preservação da ordem pública envolve a repressão imediata às infrações penais e administrativas e a aplicação da lei.

Conheçam os principais programas desenvolvidos pela Polícia Militar do Estado de São Paulo para a execução de suas atribuições.

Programa de Policiamento Escolar
Programa de policiamento cuja atividade policial ostensiva está voltada à segurança dos estabelecimentos de ensino, visando cumprir o estabelecido no Programa de Segurança Escolar, de modo a satisfazer as necessidades de segurança da comunidade escolar. É realizado por meio da Ronda Escolar.

Programa de Policiamento Integrado
Programa de policiamento em que há um policial militar em uma viatura, inserido em um sistema de policiamento ostensivo capaz de assegurar-lhe condições mínimas de segurança, que atua, básica e eminentemente, de forma preventiva, em pontos de estacionamento determinados em um subsetor de baixa expectativa de ocorrências e numa faixa de horário considerada adequada para sua finalidade preventiva e que permita ser visto e ser encontrado facilmente pelo cidadão, atingindo o objetivo organizacional de acessibilidade e visibilidade.

Programa de Forças Táticas
Programa de policiamento cujo efetivo é fixado em razão de certas peculiaridades da região onde atua e do índice de criminalidade, considerados os homicídios e os roubos. Força Tática, por sua vez, é a denominação que recebe a fração da Força Patrulha reforçada, treinada para ações táticas de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, tais como: a prevenção setorizada, com intensificação ou saturação localizada de policiamento, repressão ao crime organizado ou em locais com alto índice de crimes violentos, ocorrências de vulto, eventos de importância, controle de tumultos e ações para restauração da ordem pública de maior magnitude. Realiza o patrulhamento tático motorizado, executado com viatura de maior porte e com reforço de armamento e equipamento, empregado segundo as normas em vigor, isoladamente ou em conjunto, e coordenado com os demais programas do policiamento ostensivo.

Programa de Policiamento Comunitário
Programa que tem por objetivo organizar o policiamento realizado mediante o uso de Bases Comunitárias de Segurança, Posto Policial-Militar, Bases Comunitárias de Segurança Distrital, Base Operacional e Base Comunitária Móvel, considerando ainda as viaturas de apoio a este Programa.

Programa de Radiopatrulha -Atendimento "190"
Programa de policiamento que tem por finalidade realizar patrulhamento nos subsetores determinados e dar atendimento à demanda do telefone 190. Programa Policiamento com Motocicletas no Estado de São Paulo -Programa

Programa ROCAM
Programa de policiamento voltado ao aprimoramento do emprego desse processo de policiamento na prevenção de ilícitos penais, principalmente nos grandes corredores de trânsito dos municípios mais populosos, bem como nas Áreas de Interesse de Segurança Pública dos municípios do Estado, segundo a análise e estudo das variáveis indicadoras de criminal idade (INFOCRIM, FOTOCRIM, COPOM ON-LINE e outras, como reportagens vinculadas na imprensa, informações obtidas junto. à comunidade etc.), de forma a permitir o acompanhamento e mensuração da sua eficácia em períodos pré-estabelecidos.


Postos de atendimento na Cidade de GUARULHOS
Ligue >>> Polícia Militar - 190

CPA/M-7 - COMANDO DE POLICIAMENTO DE ÁREA
Serviço da Unidade: Policiamento Comunitário
R. Humberto de Campos, 715 - Vila Tijuco
CEP: 07091-050
Tel.: (11) 6463-5500

15.BPM/M - POLICIAMENTO
Serviço da Unidade: Policiamento Comunitário
Av. N.S.dos Homens, 733 - Vila Tijuco - 07170-000
Tel.: (11) 6463-5555

31.BPM/M - POLICIAMENTO
Serviço da Unidade: Policiamento Comunitário
Av. Candea, 400 - Cidade Seródio
Tel.: (11) 6467-2768

44.BPM/M
Serviço da Unidade: Policiamento Comunitário
Av. das Azaléias, s/n - Parque Cecap
Tel.: (11) 6408-3123

Site Oficial da Policia Militar:

8 Videos de Policiais e Soldados Dançarinos

O video do policial suéco devidamente uniformizado com sua viatura está bombando na rede. Ao som de uma música eletrônica o policial dança o tempo todo e até se aproxima da câmera dos turistas que o filmavam. O policial não faz feio e dança cheio de desenvoltura. O video já tem mais de 1 milhão de visualizações no Youtube, sendo um verdadeiro hit. Esse ai nem comento!




Veja agora o Video do Policial dançarino e depois Clique aqui e Veja + 8 Videos, mas o que vocês acharam dessa atitude dos policiais?



Acesse aqui e confira outros Videos

GCM MORAES
Obs: Todos videos já estão publicados na internet há muito tempo e não são de minha autoria.

Veja o Video - Policiais civis e militares se enfrentam em MG

Policiais civis e militares se enfrentaram nesta quarta-feira (2), em frente a uma oficina mecânica nas esquinas das ruas Japurá e Macapá, no Bairro Amazonas, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A confusão começou às 19 horas, depois que sete suspeitos foram presos por agentes da Polícia Civil na Multipointer Oficina. Os suspeitos teriam participado de um sequestro, seguido de roubo, de um gerente do Santander em Betim.


Segundo testemunhas, os policiais civis chegaram ao local em carros descaracterizados e prenderam os suspeitos dentro da oficina. No momento em que os presos estavam sendo colocados nos veículos - um Astra azul e um Palio Weekend preto - uma viatura da Polícia Militar (PM) passou pelo local. Uma testemunha que estava dentro da oficina afirmou que no momento das prisões, um tenente da PM exigiu a identificação dos agentes, entre eles, um delegado.

Em seguida, os policiais se desentenderam e houve agressividade dos dois lados. Os três PMs e os sete civis envolvidos sacaram as armas e pediram reforços praticamente ao mesmo tempo. O tenente da PM foi imobilizado, agredido a socos e chutes e terminou a noite preso por desacato.



Durante o trajeto até Contagem, pela Avenida Amazonas, a reportagem do HOJE EM DIA contou 25 viaturas da Polícia Civil e cinco da Polícia Militar. Todas estavam com as sirenes ligadas e retornavam do local do confronto. No Bairro Amazonas, um micro-ônibus lotado de policiais militares deixava a cena da briga no momento em que a reportagem chegou ao local.


Também na quarta-feira (2), pela manhã, outro incidente parecido aconteceu no Bairro Tropical, em Contagem. Na ocasião, dois agentes da PC prenderam dois suspeitos de participação no mesmo crime, conhecido como golpe do sapatinho, e também foram parados pela PM. Porém, dessa vez, houve apenas uma discussão.


De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol), Antônio Marcos Pereira, o fato demonstra o clima de tensão entre as duas polícias nas ações diárias. “Estamos sentados sobre um barril de pólvora. Um disparo neste incidente de hoje poderia tornar aquilo em uma carnificina. A integração entre as polícias só é real dentro dos gabinetes”, disparou.


O sindicato participa nesta quinta-feira (3), às 15 horas, de uma reunião entre os altos comandos das polícias Militar e Civil com o secretário de Defesa Social, Jaime Lélis, na Cidade Administrativa, para discutir o assunto. A assessoria de imprensa do Governo de Minas Gerais anunciou que as corregedorias das polícias vão investigar separadamente o que aconteceu.

Fontes: R7 e hoje em dia

Mineiro Chama a Puliça e Pede Socorro


Mineiro é engraçado até na hora de ir preso. Após levar um choque e ser apredejado por um "bombadão", o ladrão fanfarrão acha graça e não se intimida com a situação.
Veja esse Video engraçado do Futuro Humorista....



GCM MORAES