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Guarda Civil Ambiental de Guarulhos atende denúncia sobre suposto corte ilegal de árvore

Guarda Civil Ambiental de Guarulhos atende denúncia sobre suposto corte ilegal de árvore
A Guarda Civil Ambiental de Guarulhos atendeu a uma denúncia anônima de suposto corte ilegal de árvore e descobriu três infrações ambientais no Parque Recreio São Jorge, nesta sexta (8).

A Guarda localizou uma construção de uma estrada irregular num terreno particular na intersecção das ruas Paraguaçu e Agudos do Sul, com o uso de retroescavadeira.

Segundo a GCM Ambiental, no local estariam sendo cometidos três irregularidades: cortes de árvore sem autorização, movimentação de terra e intervenção em áreas de topo de morro. O local fica na divisa com o Parque Estadual da Cantareira.

Mas a mata da reserva não foi danificada.

O dono da propriedade foi multado em flagrante e pode recorrer. Se conseguir se livrar da multa, terá que arcar com uma compensação ambiental.

A ação da GCM no Recreio contrasta com a do do terreno particular de 68 mil m³ na Estrada do Elenco, Jardim Primavera, invadido no dia 20 de julho por 250 pessoas.

Fonte: DG

Crime ambiental - As Plantas Ornamentais

Crime ambiental ( Plantas Ornamentais)

Muito embora as plantas ornamentais estivessem protegidas desde a década de 60, foi a partir de 1998, com o advento da Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9605/98), que passaram a ser efetivamente amparadas. Anteriormente, as condutas de destruir, danificar, lesar ou maltratar, por qualquer modo ou meio, plantas de ornamentação de logradouros públicos ou em propriedade privada alheia (art. 49) eram meras contravenções penais, vulgarmente chamadas de “crimes anões”, caracterizadas, principalmente, por serem punidas moderadamente.

Hoje, a prática dolosa destas condutas é crime ambiental, punida com detenção, de três meses a um ano, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente, o que levou os órgãos ambientais repudiarem com maior intensidade atos que atinjam plantas ornamentais. A consagração da cidade como o principal ambiente para o homem viver fez com que o Direito Ambiental se preocupasse com o equilíbrio ecológico também do meio ambiente urbano, cujo objetivo maior é o de propiciar a todos, indistintamente, a sadia qualidade de vida. Assim, o crime trazido pela Lei 9605/98 visa muito mais que a humilde proteção de plantas em logradouros públicos ou em propriedade alheia, a sua intenção é a de ser mais uma ferramenta de salvaguarda do ambiente urbano.

Conduta

As condutas punidas são as de destruir, danificar, lesar ou maltratar. Destruir significar devastar, extinguir; danificar é estragar, prejudicar; lesar dá a ideia de ofender, molestar e; maltratar é tratar mal. Aquele que, propositadamente, espalha herbicida nas plantas pratica a conduta de destruir; se as poda quase sacrificando a de danificar; se retira a casca superficial do tronco a fim de matá-las a de lesar e; se as deixa sem água a de maltratar.

Plantas

Incluem-se quaisquer vegetais, os rasteiros, arbustivos e até mesmo os arbóreos. Estas plantas não têm apenas a serventia de abrilhantar ou enfeitarem o ambiente urbano, purificam o ar, melhoram o microclima da cidade, reduzem a velocidade do vento, favorecem a infiltração de águas das chuvas, abrigam a fauna e amortecem ruídos. Portanto, o equilíbrio do meio ambiente urbano também depende das plantas de ornamentação, são indispensáveis.

Logradouros

Os logradouros públicos são os bens de uso comum do povo, tais como praças, ruas, avenidas, pontes, travessas etc. Por outro lado, propriedade privada alheia é o bem imóvel pertencente a particular que não o próprio praticante das condutas de destruir, danificar, lesar ou maltratar as plantas de ornamentação. Assim, o vizinho que pratica uma destas condutas nas plantas ornamentais do outro estará cometendo crime ambiental.


A Furcraea selloa var. marginata é uma das plantas ornamentais mais comuns da família Agavaceae em cultivo no Brasil, principalmente em praças.

Fica muito grande, com vários metros de altura, por isso deve-se planejar bem o local onde será plantada, pois seus espinhos são um problema quando as folhas ficam em locais de passagem.

Normalmente é confundida com Agave americana, mas é bem maior, possuindo porte arbóreo. As cores também são mais vivas. A parte de baixo da folha de F. selloa e bem áspera, enquanto a parte de cima é mais lisa.
Vai bem em qualquer solo e é bem resistente às intempéries depois que está estabelecida.

Encontrado Uma Serpente de 5 Cabeças


Esta é uma serpente encontrada em um templo em ...... Olhando como uma criatura da mitologia, animais de várias cabeças ocorrem na vida real, como gêmeos siameses ou parasitárias. Não é só na mitologia que as criaturas são dadas a ter duas ou mais cabeças. Esta condição, onde um animal ou ser humano que tem mais de uma cabeça é denominado como polycephaly causado devido a anomalia do desenvolvimento durante a mutação genética.

Veja Aqui mais detalhes sobre a Serpente!

Vídeo :: Solução Preventiva Para o Meio Ambiente


O Plástico oxibiodegradável é uma tecnologia desenvolvida por uma empresa inglesa, chamada RES. Todas as informações sobre este produto serão tiradas do site oficial desta empresa no Brasil (www.resbrasil.com.br).

É importante lembrar aqui, que segundo RES Brasil, o plástico é derivado do gás produzido pela combustão do petróleo, portanto, se esse gás não for utilizado para a produção das resinas plásticas, mesmo assim ele irá para a natureza na forma de gás, contribuindo para o aquecimento global e poluição. É de bom senso responsável aproveitar este co-produto do petróleo, que é produzido continuamente, para a fabricação de um bom produto como é a embalagem plástica. A tecnologia do oxibiodegradável vem como alternativa para diminuir a poluição causada pelo plástico.



fonte:www.resbrasil.com.br

Lei que obriga o uso de sacolas plásticas Oxibiodegradáveis em Guarulhos


DESCUMPRIMENTO DA LEI 6.481 DESDE 2009 PELOS COMERCIANTES 

As tradicionais sacolas plásticas fornecidas por estabelecimentos comerciais para o acondicionamento de produtos estão com os dias contatos em Guarulhos. O prefeito sancionou a Lei 6.481, de autoria do vereador Alencar Santana (PT) que obriga a utilização de embalagens biodegradáveis ou reutilizáveis. A administração municipal estipulou o prazo de 60 dias para regulamentar a Lei.

De acordo com o texto da Lei, a embalagem plástica biodegradável deve ser confeccionada de qualquer material que apresente degradação acelerada por luz e calor e que se desintegre por oxidação em até 18 meses. Segundo o especialista no setor, Nivaldo Bofio, representante brasileiro da empresa inglesa Symphony - empresa especializada na confecção de sacolas oxiobiodegradáveis – se o comerciante guarulhense tiver apenas a opção de utilizar sacolas biodegradáveis – feitas de resina de milho e mandioca, por exemplo – poderá pagar até dez vezes a mais do valor das sacolas tradicionais. Para ele, a melhor opção é a utilização das embalagens oxiobiodegradáveis. “É a mesma embalagem utilizada pelo comércio, com uma diferença, no processo de fabricação é adicionada uma espécie de sal ao plástico que permite a decomposição do material em até dois anos”, explicou.

Bofio afirma que, hoje, já existem empresas no país vendendo as embalagens oxiobiodegradáveis pelo mesmo valor das tradicionais. “É uma alternativa viável e barata, que não prejudicará a mão de obra existente para a fabricação das sacolas e que pode ser utilizada por grandes e pequenos stabelecimentos”, afirmou.

Para o gerente do Supermercado Barbosa, Hélio Pereira, se as novas embalagens forem mais caras que as tradicionais, inevitavelmente os custos serão repassados para o consumidor. Ele contou que o supermercado já comercializa as sacolas retornáveis, mas afirma que o produto está encalhado na loja. “Neste início do ano, a loja do Taboão, por exemplo, não vendeu nenhuma sacola. Os consumidores preferem pegar as tradicionais sacolas para utilizarem como lixo”, disse.

Já o empresário José Marinho da Silva, da Trópicos Magazine, sabe que é preciso pensar em alternativas que não prejudique o meio ambiente, mas ressalta que a administração municipal tinha que ter ouvido os comerciantes. “Era preciso ouvir os fabricantes das sacolas plásticas e os comerciantes para saber qual a melhor alternativa, pois se a embalagem biodegradável for mais cara que as tradicionais, certamente teremos que repassar o valor para os consumidores”, falou.

Resposta - Segundo o secretário de Governo, Alencar Santana, autor do projeto, o objetivo da Lei nº 6.481 é estritamente de preservação do meio ambiente. Ele garantiu, também, que as embalagens oxiobiodegradáveis também poderão ser utilizadas

Até o dia 9 de julho/2009, os estabelecimentos comerciais terão que se adequar a nova Lei, quem descumprir poderá ser multado em até 1000 UFGs – cerca de R$ 1.900.

Atualizado em 30/01/2009 15:15:13
Publicado em 24/01/2009 07:59:59
Fonte: http://www.aceguarulhos.com.br/content.php?m=20090123120128

Proibição do Uso das Sacolinhas Plásticas Favorecem Comerciantes

O primeiro dia sem as sacolas plásticas descartáveis foi marcado por confusão e tumulto nos principais supermercados de Guarulhos, por causa da manifestação realizada pelo Idecon (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor). Ontem, os consumidores do Extra, Walmart, Carrefour e Lopes foram obrigados a fazer as compras ouvindo o protesto de representantes do Instituto.

O presidente do Idecon, Reginaldo Araújo Sena e sua equipe percorreram as redes de supermercados com a intenção de conscientizar os cidadãos quanto à obrigação dos estabelecimentos comerciais sobre a disponibilização gratuita de sacolas de boa qualidade para o transporte dos produtos adquiridos pelos consumidores.

"A preservação do meio ambiente pode começar com a extinção das sacolas plásticas, mas só será alcançada plenamente quando o povo tiver educação".

Acabam com as sacolinhas plásticas, mas as garrafas Pets continuarão sendo despejadas nos rios e nas enchentes.e os sacos de lixo tomarão o lugar das "vilãs" sacolinhas.

Se vamos comprar as sacolinhas a partir de agora, onde fica a consciência ecológica?

Veja esses dados da Cidade de São Paulo:

A medida que proíbe o uso das sacolinhas, está longe de ser a solução dos problemas ambientais na capital, que separa apenas 10,7% do lixo possível de ser reciclado.

Ou seja, de um total de 2.000 toneladas que podem ser recicladas por dia, apenas 214 toneladas efetivamente são.

Isso significa que, todos os dias, cerca de 1.800 toneladas de lixo, como sacolas plásticas, latas e garrafas, acabam no aterro sanitário junto com o lixo comum ou são despejados irregularmente em ruas e córregos.

Isso acontece porque o programa de coleta seletiva da prefeitura só atende 1,6 milhão dos 3,9 milhões domicílios paulistanos, que produzem diariamente 10 mil toneladas de lixo.

Obrigações e Direitos

Concordo que somos obrigado a preservar o meio ambiente de todas as formas e já sabemos do impacto que pode causar ao nosso planeta.

Mas também acredito que não justifica o Povo pagar por sacolas biodegradável ao custo de 0,19 centavos cada sacolinha com um custo de 5,00 a 8,00 a cada compra, ou mesmo pagar de 3,00 a 5,00 cada sacolas retornáveis.

Veja aqui mais matérias sobre meio ambiente.

Rinha de Galo em Guarulhos


Após denúncia anônima, uma rinha de galos montada nos fundos de um terreno que aparentava ser um depósito de materiais recicláveis foi estourada por policiais militares da 1ª Companhia do 1º Batalhão Ambiental, por volta das 20h de ontem, na Rua São José de Ribamar, Vila Barros, em Guarulhos, região leste da Grande São Paulo.

No momento em que chegaram ao local, policiais do Serviço Reservado Ambiental constataram o crime e acionaram as viaturas operacionais, que cercaram o terreno. Na parte frontal, ao ar livre, funcionava o estacionamento improvisado, onde estavam cerca de 15 carros dos apostadores. No terreno em anexo, um nível abaixo e ligado por uma escada de madeira, um espaço coberto, com duas áreas de aproximadamente 12 metros por seis cada, abrigava três arenas.

Dentro havia sete cadeiras de plástico, além de bancos de madeira perto dos ringues. Em duas lousas estavam escritos os nomes dos galos que duelariam, como "Cotonete x Luiz", e o valor das apostas para cada um deles. O segundo espaço também abrigava varias caixas de madeiras numeradas onde as aves ficavam guardadas antes das lutas. O ambiente era insalubre, com ratos circulando pelas paredes.

No momento da abordagem, duas das arenas eram ocupadas por animais enquanto as apostas rolavam soltas. Outros 48, a maioria machucada e debilitada, estavam guardados em gaiolas, assim como uma centena de pintinhos. "Havia 38 pessoas no local, entre elas o proprietário da rinha e, segundo ele, dono dos galos, e um adolescente de 16 anos, que acompanhava as apostas", afirmou o soldado PM Agnaldo. O estabelecimento era gerido por Alberto Fiorino, de 71 anos. Foram apreendidos R$ 330 em apostas e apetrechos em geral, como esporões, bicos de silicone, remédios e anabolizantes para aves.

Cada um dos 37 adultos que estava no local, entre eles um boliviano, foi multado em R$ 1 mil pela Polícia Ambiental, por meio de autos de infração. Fiorino, reincidente no crime, disse ao delegado Adriano Menechini: "Sou viciado em rinhas, e não vai ser agora que vou deixá-las". Como incentivo para se curar da dependência, ele terá que arcar também com uma multa de R$ 500 para cada galo apreendido.

O local vinha sendo utilizado para a rinha há pelo menos três meses. "O pessoal se reunia lá toda segunda-feira", acrescentou o soldado Agnaldo. Todos foram encaminhados para o 1º Distrito Policial de Guarulhos e serão autuados em flagrante por maus tratos a animais, crime com pena prevista de três meses a um ano de prisão, mas que deve ser revertida pela Justiça em punição alternativa.

Fonte: Vejaabril

GUARULHOS - Palestras Sobre Animais Silvestres


Nesta quinta-feira (10), das 9h às 16h30, serão realizadas quatro palestras sobre animais silvestres, no Centro de Educação Ambiental (CEA) Virgínia Ranali, no Bosque Maia.

Os temas são: Legislação de fauna; Tráfico e fiscalização; Problemas de animais silvestres em cativeiro doméstico irregular; e Educação ambiental.

A atividade, promovida pelo Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) em parceria com a Prefeitura de Guarulhos, faz parte da Campanha Nacional de Proteção à Fauna.

O objetivo da ação é buscar alternativas de combate ao tráfico de animais silvestres que ameaça a biodiversidade. O CEA fica na rua Papa João XXIII, 219, no Jardim Maia. Mais informações pelo telefone 2475-9854.

Polícia Militar apreende 100 galos de briga e 20 pássaros


O Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur) apreendeu na manhã deste sábado (8) mais de cem galos de briga e vinte pássaros em um sítio próximo à Lagoa do Banana, no município de Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. De acordo com o comandante da BPTur, Fábio Correia, o local da apreensão funcionava para realização de rinhas. O caseiro do sítio, de 36 anos, foi preso.

Entre os pássaros apreendidos, estavam dois em extinção da espécie bicudo, segundo a Polícia Militar. O proprietário do sítio ainda foi localizado. Com o caseiro, a polícia também encontrou uma espingarda calibre 36. O homem foi levado para a Delegacia Metropolitana de Caucaia onde foi autuado por crime ambiental e porte ilegal de arma, de acordo com o comandante. Os animais apreendidos foram encaminhados para o Centro de Triagem do Ibama.

Fonte: G1

Governo confirma explosão “atípica” do desmatamento no Mato Grosso


Não faz nem um ano, o governo anunciou o número mais baixo do desmatamento já registrado na Amazônia. Nesta quarta-feira, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, voltou a público, dessa vez para anunciar que a crise está de volta. A disparada nas derrubadas anunciadas na véspera pelo Imazon, por meio do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), foi confirmada agora pelo governo. Segundo o Inpe, mais de 590 quilômetros quadrados foram ao chão nos últimos dois meses, num incremento de mais de 570% em relação ao mesmo período do ano passado. Desse total, cerca de 80% ocorreu no Mato Grosso. A situação classificada como “grave e atípica” pela ministra fez com que o governo montasse um gabinete de crise para cuidar do assunto.

Após seguidas quedas na taxa de desmatamento, a curva subiu drasticamente nos últimos meses, ao mesmo tempo em que a proposta dos ruralistas de mudar o Código Florestal corria em Brasília. Izabella preferiu não associar os números a esse debate, mas algumas fontes ouvidas pelo Greenpeace confirmam o burburinho no campo: as promessas de anistia a quem desmatou e de redução tanto das áreas de proteção quanto das punições a crimes ambientais têm gerado uma corrida pelo desmatamento.

Segundo informações de campo, há até fazendeiros licenciados optando por voltar para a ilegalidade e desmatar sem autorização. Os dados do Inpe também mostram que não houve aumento do desmatamento em áreas protegidas: ou seja, as derrubadas são para consolidar áreas privadas de produção.

O cenário, apesar de grave, deve ser ainda pior. Os números anunciados são do sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que, pelo resolução do sensor, não consegue enxergar desmatamentos menores que 25 hectares, o que se tornou coisa comum de uns tempos para cá. Além disso, o monitoramento por satélite da região sempre fica prejudicado nessa época, pois a alta concentração de nuvens não permite uma visualização completa do campo. Desmatamentos no Pará e no Amazonas, por exemplo, ficaram quase invisíveis. Os números, portanto, provavelmente são maiores que os divulgados.

Por conta disso, semana passada o Ibama desmobilizou suas fiscalizações em todo o país para concentrar seu pessoal no Mato Grosso. Foi o sinal de que a coisa lá andava feia, como confirmam agora os dados do Inpe e do Imazon. O comparativo de abril de 2010 e abril de 2011 mostra aumento de 800% no desmatamento.

“Quem está em campo sabe que essa explosão do desmatamento não é comum nessa época. A devastação geralmente começa no período da seca. E, no entanto, esse ano o Ibama já apreendeu 40 tratores que estavam desmatando em plena temporada de chuvas”, observa Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia do Greenpeace. “Há uma clara corrida pelo desmatamento, e isso pode comprometer a tendência de queda que existia até agora.”

Há, ainda, outro entrave que vem na esteira da mudança da legislação: os produtores não querem registrar suas propriedades no Cadastro Ambiental Rural (CAR), que tornam públicos os limites da fazenda e dá condições de órgãos de fiscalização identificar os responsáveis por crimes ambientais. A rejeição ao CAR também vem a reboque da promessa de acabar com a obrigatoriedade de recuperar áreas desmatadas e do próprio cadastro. Isso coloca na berlinda o compromisso de setores do mercado de limpar sua produção do desmatamento. “Sem o cadastro, as empresas que compram carne, couro e soja produzidos na Amazônia não têm como saber se seus fornecedores estão envolvidos com desmatamento”, diz Adario.

Justamente por ser atípico, o aumento do desmatamento nessa época pode indicar uma tendência ainda maior para os próximos meses. A ministra se mostrou preocupada, e admitiu que se a situação continuar nesse rumo, o compromisso que o Brasil assumiu internacionalmente, de reduzir suas emissões, pode ficar prejudicado. “Quem apostar no desmatamento para colocar pasto para boi ou alimentação vai ter tanto alimento quanto boi produzido apreendido”, avisou ela.continua.....aqui

 
Veja conteúdo completo abaixo e colabore com o Greenpeace Brasil
Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Furacao-Aldo-prenuncio-de-tsunami/

Comboio Carregado de Urânio tenta entrar em Caetité (BA)

Apinhados de composto de urânio, material altamente contaminante usado para abastecer usinas nucleares, 13 caminhões estão parados em uma unidade de polícia militar de Guanambi, interior da Bahia, a cerca de 800 km de Salvador. A carga tinha como destino o município de Caetité, onde a Indústria Nuclear Brasileira (INB) mantém um programa criminoso de extração de urânio, mas a população de Caitité impediu que o carregamento entrasse.

Mais de três mil pessoas barraram a passagem dos caminhões, que apareceram na entrada do município na noite de domingo para segunda-feira, dia 16 de maio. O cordão humano impediu que a viagem prosseguisse e os veículos terminaram escoltados pela polícia até Guanambi, onde estão parados à espera de uma resolução para o impasse.

O composto de urânio viajou de São Paulo até a Bahia, vindo de uma reserva da marinha em Iperó e serviria, segundo nos informa o portal da INB, para suprir a falta do produto nas minas, que estariam sofrendo de queda de produção. Segundo a INB, o material seria reembalado e, em seguida, enviado à Europa para ser enriquecido.


“O urânio é um composto extremamente perigoso, que espalha radioatividade se em contato com o ar, com alimentos, ou com o corpo. Um comboio de caminhões trafegando pelas já inseguras estradas brasileiras e agora sem rumo certo para terminar a viagem demonstra o perigo absurdo que representa o programa nuclear para o Brasil”, diz Pedro Torres, da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace.

Acesse Agora e Veja Outras Matérias:
Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil

Polícia Ambiental resgata lobo-guará no interior de São Paulo

O animal teria sido atropelado em rodovia próxima a Itirapuã (SP) e teve as duas pernas traseiras quebradas, ficando preso embaixo de uma ponte.



Fonte: R7

Greenpeace pede Suspensão da Usina de Angra III

Após declaração do presidente da CNEN, Greenpeace pede à Procuradoria do Ministério Público Federal em Angra dos Reis (RJ) a suspensão da construção da nova usina.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo concedida ontem, o presidente da Comissão Nacional de Energia Atômica, Odair Gonçalves, comentou o vazamento radioativo de Fukushima e afirmou que o governo reverá as normas de licenciamento das usinas nucleares no Brasil. “Vai haver agora uma análise profunda da avaliação desse risco. Isso será divulgado para o mundo inteiro e, na medida do possível, será preciso retificar as normas de licenciamento que vão levar em conta esse acidente. Nos reatores que estão operando, haverá medidas para evitar o superaquecimento”, disse.

Diante da declaração de Odair, o Greenpeace Brasil decidiu pedir à Justiça a suspensão da licença de operação concedida à terceira fase da planta de Angra III em 2010, até que essas novas normas de licenciamento sejam fixadas, protegendo a vida e a integridade física dos habitantes de Angra dos Reis e de todo o estado do Rio de Janeiro.

Leia abaixo o documento enviado ao Procurador do Ministério Público Federal em Angra dos Reis (RJ) Fernando Lavieri.

“Como já é de amplo conhecimento público, o recente acidente ocorrido em usinas nucleares no Japão, com o vazamento de material radioativo, causou graves problemas sociais, ambientais e econômicos, dentre eles a evacuação de 210 mil pessoas e prejuízos estimados em U$171 bilhões.

Esta catástrofe despertou em diferentes países do mundo o debate sobre a necessidade de uma ampla revisão dos procedimentos de segurança para a construção e o funcionamento de instalações nucleares.

O presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), Odair Gonçalves, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo (página A 11, edição do dia 14/3/2011) disse que “vai haver agora uma análise profunda da avaliação desse risco.

Aumento no desmatamento na amazônia

Informações divulgadas hoje pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) revelam que a região amazônica registrou aumento no desmatamento em novembro e em dezembro do ano passado.

Apesar de detectar o aumento, os dados do DETER – sistema de alerta prévio de desmatamento do INPE – não são precisos o suficiente para se tirar grandes conclusões. Para o cientista político Sérgio Abranches, a situação é preocupante. “Estes são meses com muita nuvem, o que impede os satélites de terem visão de toda a área”, disse em entrevista à Rádio CBN.

Abranches afirma que o DETER é um sistema de alerta rápido que cobre áreas relativamente grandes e que não permite visualizar desmatamento em módulos pequenos, onde está acontecendo a maior parte da derrubada de árvores. “O padrão de desmatamento mudou, da abertura de grandes áreas, para a abertura progressiva em pequenos lotes.”

A avaliação de Abranches é que esteja em curso uma mudança dos padrões de desmatamento e da falta de engajamento de importantes setores na preservação da Amazônia. “Em conversas com ambientalistas que acompanham a região, eles já haviam manifestado preocupação com o relaxamento em vários setores”. Abranches cita o pacto da carne, que não está sendo cumprido por boa parte dos frigoríficos; a proibição do Conselho Monetário Nacional de financiamento a propriedades que não comprovem situação de regularidade ambiental não tem sido obedecida.

Na entrevista o cientista político cita também a construção de rodovias e hidrelétricas – como Belo Monte, que já levou para a região no mínimo 8 mil pessoas –, como os principais fatores de pressão por desmatamento nos próximos anos. “O que estamos precisando é de uma discussão séria sobre um novo padrão energético e um novo modelo de desenvolvimento baseado na inovação e na sustentabilidade.”

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Usina de Belo Monte - Diga Não a Construção

A hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, Pará, será a usina que produzirá menos energia, proporcionalmente à capacidade de produção, e que terá maior custo para os investidores na comparação com outros empreendimentos de grande porte, em razão da intensidade dos impactos sociais e ambientais na região.



Artigo de Marina Silva, publicado no jornal Folha de São Paulo.

Estão mais do que evidentes a complexidade e os riscos envolvidos na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu, no Pará.

Erros há 20 anos represados, sobram dúvidas e incertezas sobre a viabilidade econômica e a extensão dos impactos socioambientais do empreendimento.

Apesar de todas as manifestações em contrário, o governo se mantém indiferente. Fez-se o leilão semana passada e anunciou-se um vencedor, apesar da insegurança jurídica do processo e a fragilidade dos arranjos societários de última hora. Vê-se o direcionamento de todos os instrumentos de políticas públicas para viabilizar um projeto estrategicamente ruim, caro e de altíssimo risco socioambiental.

Enquanto isso, pouco se faz para reduzir perdas da ordem de 15% em energia no país, o equivalente a três vezes a capacidade média de Belo Monte. E o processo em curso aponta mais desperdício: Belo Monte terá uma produção energética efetiva bem menor do que sua capacidade total - 4.428 MW, em função do regime hídrico do rio e da configuração do projeto, e não os 11.223 MW anunciados.

Surpreendem também as condições à disposição dos interessados em comercializar a energia gerada pelo rio Xingu. Tem-se R$ 13,5 bilhões em crédito subsidiado pelo BNDES, com prazo de 30 anos para pagamento, a juros de 4% ao ano.

Isenção de impostos sobre os lucros, o comprometimento do capital de empresas estatais e de fundos de pensão e, de quebra, o absurdo comprometimento de licenciamento ambiental com prazo preestabelecido para a obra começar já em setembro.

Mesmo assim, as duas empresas privadas que melhor conheciam o projeto não participaram do leilão. Preferem a posição de contratadas aos de investidoras, enquanto outras, vitoriosas, ameaçam desistir dos benefícios aparentemente irrecusáveis. Imaginem se todas essas condições excepcionais fossem para melhorias da eficiência do sistema elétrico e para redução da demanda por energia?

A política energética em curso é manca: apoia-se apenas no aumento da oferta sem investir na diversificação, na conservação e na gestão do mercado. Temos um sistema com elevadas perdas por desvio, manutenção precária e pouco incentivo para o uso de técnicas construtivas de maior eficiência energética.

Definitivamente precisamos expandir a oferta de energia, mas não necessitamos, para isso, manter a cultura do desperdício e comprometer o patrimônio ambiental e os recursos do país, quando temos alternativas de geração.

Chegou a hora de uma ação urgente, o governo já liberou a derrubada de árvores para abrir o canteiro de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte.

A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras.


Fontes: G1 e Estadão

Marina no 2º Turno - Eleiçoes 2010


Durante caminhada pelas ruas do centro de São Paulo nesta sexta-feira (1º), Marina Silva (PV) defendeu que é a única "opção viável" para disputar o segundo turno das eleições presidenciais com Dilma Rousseff (PT).
A senadora afirma que o resultados das recentes pesquisas são pouco representativos do que realmente está acontecendo:

"Nós estamos no segundo turno"

Marina Silva acredita que conseguiu acabar com o que ela chama de "lógica do plebiscito" em que trabalhavam as campanhas de Dilma e de Serra. "Agora não é plebiscito, é processo. As pessoas hoje têm uma terceira via para fazer sua escolha", sustenta. "No dia 3 de outubro o Brasil terá uma surpresa: duas mulheres no segundo turno", acredita.

O levantamento mostra ainda que 66% dos entrevistados não escolheram candidato a duas semanas da eleição, o alto índice de indecisos permite reviravoltas e relativiza os números apresentados.
Confira materia completa CLIQUE AQUI
Art. 220º A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

Até o dia 5 de outubro, eleitor só pode ser preso em flagrante



Desde a meia-noite desta terça-feira até às 16h59 do dia 5 de outubro, nenhuma pessoa poderá ser presa em todo o território nacional, salvo nos casos em flagrante ou por condenação judicial devido à crime inafiançável. Segundo os termos da legislação eleitoral, caso alguém seja detido, o caso deve ser encaminhado à presença de um juiz para verificar a legalidade da prisão.

Caso a detenção seja irregular, o magistrado pode determinar o relaxamento da prisão e o mandante pode ser responsabilizado. O artigo do Código Eleitoral prevê até quatro anos de reclusão para quem "prender ou deter eleitor, membro de mesa receptora, fiscal, delegado de partido ou candidato". Os candidatos, fiscais vinculados aos partidos políticos e mesários já não podem ser presos desde o dia 18 deste mês.
GCM MORAES

22 de setembro é o Dia Mundial sem Carro

Apóie você também essa ideia


22 de setembro é o Dia Mundial sem Carro e o Greenpeace levará seu escritório e seu trabalho contra o aquecimento global para ocupar de forma mais verde as vagas de carro na cidade de São Paulo e você está convidado a nos acompanhar.
Em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Brasília e Manaus, nossos voluntários organizarão outras atividades criativas e sustentáveis. A chamada "vaga-viva" propõe ocupar um espaço que, no dia-a-dia, faz parte de um complexo sistema que emite, e muito, gases de efeito estufa, e assim estimular formas alternativas de locomoção como bicicletas e transporte coletivo de qualidade.
Estimulados pelo Dia Mundial sem Carro, o Greenpeace organizou oficialmente no escritório de São Paulo sua carona solidária. Organize você também caronas solidárias e vagas-vivas na sua cidade.
GCM MORAES
Fonte: Greepeace

Animais Silvestres no Brasil

Você sabia que o Brasil é um dos países do mundo que mais exporta animais silvestres ilegalmente? É um negócio que movimenta mais de 1 bilhão de dólares e comercializa cerca de 12 milhões de animais anualmente. Uma das maiores ameaças à natureza.

O que é um animal silvestre?
Animal silvestre não é o doméstico. O doméstico já está acostumado a viver perto das pessoas, como os gatos, cachorros, galinhas e porcos, entre outros. Já o animal silvestre foi tirado da natureza e reage à presença do ser humano. Por essa razão, tem dificuldades para crescer e se reproduzir em cativeiro. O papagaio, a arara, o mico e o jabuti, ao contrário do que muitos pensam, são animais silvestres.

O que é o tráfico de animais silvestres?
Tráfico é o comércio ilegal. Traficar animais significa capturá-los na natureza, prendê-los e vendê-los com o objetivo de ganhar dinheiro. Se participamos disso, estamos contribuindo para o tráfico de animais. Acredita-se que o comércio ilegal de animais movimente cerca de 10 bilhões de dólares por ano em todo o mundo. Só o tráfico de drogas e armas é maior.

O que o tráfico de animais silvestres tem a ver comigo?
Todos os seres vivos dependem da natureza para sobreviver, pois é dela que obtemos desde alimentos até remédios. Os animais são parte fundamental da cadeia. Se forem extintos ou se tornarem raros, comprometem todo o equilíbrio da natureza.

Qual a participação do Brasil no tráfico internacional de animais?
Há uma relação entre o tráfico nacional e o internacional: o Brasil possui um grande comércio interno de animais, que sustenta os traficantes que agem no país e servem como intermediários para os traficantes internacionais. Se o tráfico interno diminuir, o número de animais brasileiros levados para o exterior também será menor.

Quais são as principais rotas do tráfico de animais no Brasil?
A maioria dos animais silvestres é capturada nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Mas a principal rota de transporte desses animais está no sentido da região Nordeste para a Sudeste. Há verdadeiras redes organizadas para enganar a fiscalização existente nas principais rodovias do país. Essas redes agem de forma que os animais sejam transportados por até 3.000 quilômetros de distância sem que os traficantes sejam descobertos. A maior parte do público consumidor está no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Como os animais são transportados até as feiras para serem vendidos?
Os meios de transporte mais usados pelos traficantes são caminhões, ônibus interestaduais e carros particulares. Os animais são transportados nas piores condições possíveis. São escondidos em fundos de malas ou caixotes, sem ventilação, e ficam vários dias sem comer e sem beber. Resultado: de cada 10 animais capturados, nove morrem no caminho e um chega às mãos dos compradores.

Você sabia que os traficantes mutilam os animais?
Alguns traficantes costumam rodar os micos pelo rabo para que eles fiquem tontos e passem ao comprador a imagem de que são animais mansos. Muitos cegam os pássaros e cortam as suas asas para que eles não fujam e arrancam os dentes e serram as garras dos animais para que eles se tornem menos perigosos.

Quais são os animais mais vendidos?
O papagaio é a ave mais vendida no Brasil e no exterior. Depois dele vêm as araras, os periquitos, micos, tartarugas e tucanos.

Por que (mesmo tratando bem) não devemos ter animais silvestres em casa?
Cuidar de animais silvestres em casa pode parecer uma forma de amar a natureza, mas não é. Lugar de bicho é em seu habitat natural, e não nas cidades. Quem realmente gosta dos animais vai querer que eles fiquem onde se sintam mais felizes.

Por que comprar bichos é ilegal?
Ter animais silvestres como bichos de estimação é ilegal conforme a Lei de Crimes Ambientais, nº 9.605 / 98. Ela proíbe a utilização, perseguição, destruição e caça de animais silvestres e prevê pena de prisão de seis meses a um ano, além de multa para quem a desrespeitar.

O que fazer ao encontrar alguém vendendo animais silvestres?
Primeiro, certifique-se de que os animais que estão sendo vendidos são silvestres e pertencem à fauna brasileira. Clique aqui e saiba como proceder para realizar sua denúncia

Quais são os problemas de quem cria animais em casa?
Ser dono de animal silvestre não é uma atividade muito segura. Entre os principais problemas estão o risco de ataques e a transmissão de doenças como a malária, a febre amarela e várias viroses desconhecidas.

Quais são os problemas para os animais que são criados em casa?
Ele pode perder a sua identidade. Pode sofrer de solidão e ter dificuldades para se reproduzir. Também sofre porque fica em espaço físico reduzido, come alimentos inapropriados e pode pegar doenças que nos seres humanos têm pouca gravidade (gripe, herpes etc), mas que podem ser fatais para os animais.

GCM MORAES
http://www.gcmguarulhos.com/

Fonte: wwf.org.br

Apreendidos mais de 600 animais silvestres em São Paulo

A ação conjunta entre policiais da Divisão do Meio Ambiente, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), e da Delegacia Antipirataria, do Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado (Deic), aconteceu às 6 horas de hoje, com o objetivo de impedir o comércio de produtos falsificados e de animais silvestres.

O alvo da investigação era a feira de objetos usados que acontece aos domingos na Rua São Gonçalo do Rio das Pedras, em São Miguel Paulista, na zona leste. Foram apreendidos mais de 600 animais silvestres - sendo cerca de 500 aves, 90 tartarugas e 17 iguanas - que eram comercializados ilegalmente.

Além disso, 22 pessoas foram detidas por tráfico de animais silvestres, formação de quadrilha e maus-tratos. Os animais serão levados ao Zoológico de São Paulo, na zona sul, segundo a polícia.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/15082010/25/manchetes-policia-apreende-600-animais-silvestres.html