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Produção de Drogas e o Meio Ambiente: Um Círculo Vicioso de Destruição

 


No Brasil, a questão das drogas, especialmente em relação à Cracolândia, é um tema complexo e amplamente debatido. A Cracolândia, localizada principalmente no centro da cidade de São Paulo, é conhecida por ser um local onde o uso e a venda de crack são predominantes. Aqui estão alguns dados e informações relevantes:
 

1. **Prevalência do Uso de Drogas no Brasil**

 
   - Segundo a Pesquisa Nacional sobre o Uso de Álcool e Outras Drogas realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em 2015, cerca de 3,5 milhões de brasileiros usaram drogas ilícitas nos 12 meses anteriores à pesquisa.
   - O uso de crack é uma preocupação significativa, com estimativas apontando que cerca de 370 mil brasileiros são usuários regulares dessa droga.


 2. **Cracolândia em São Paulo**

 
   - A Cracolândia de São Paulo é conhecida por sua grande concentração de usuários de crack e outras drogas.
   - Em 2017, um censo realizado pela prefeitura de São Paulo estimou que havia cerca de 1.861 usuários de crack vivendo na Cracolândia.
   - A região tem sido alvo de diversas operações policiais e programas de assistência social ao longo dos anos, com foco na redução de danos, internação compulsória e reinserção social, embora as abordagens e resultados variem.

3. **Impacto Social e de Saúde**

 
   - A Cracolândia é um exemplo claro dos desafios relacionados ao uso de drogas no Brasil, incluindo problemas de saúde pública, violência, falta de moradia, e questões sociais complexas.
   - As iniciativas de combate e tratamento variam desde intervenções policiais até programas de saúde pública, com resultados muitas vezes contestados e com impacto limitado na resolução do problema a longo prazo. 


4. **Programas de Assistência e Políticas Públicas** 

 
   - Programas como o "Braços Abertos" e "Redenção" foram implementados em diferentes períodos, buscando uma combinação de assistência social, moradia, e tratamento para usuários, mas enfrentaram desafios na execução e sustentabilidade.

Esses dados e informações podem servir de base para um artigo que explore a complexidade do problema das drogas no Brasil, com foco na Cracolândia como um caso emblemático. 


Segundo o Relatório Mundial sobre Drogas de 2023 da ONU, aproximadamente 296 milhões de pessoas em todo o mundo usaram drogas pelo menos uma vez em 2021. Esse número representa um aumento de 23% em relação ao estimado em 2011. O relatório destaca que as drogas mais comumente usadas incluem a cannabis, seguida por opioides e estimulantes do tipo anfetamínico.

Segundo os pesquisadores, as atividades ilegais ligadas à produção e distribuição de drogas têm um impacto negativo no meio ambiente, resultando em desmatamento, descarte inadequado de resíduos tóxicos e contaminação química.

 

O surgimento da Cracolândia em São Paulo


A Cracolândia é uma área conhecida em São Paulo onde ocorre um fenômeno complexo relacionado ao uso de crack e outras substâncias psicoativas. Essa localidade se tornou um símbolo das questões de dependência química e da crise urbana, refletindo desafios maiores nas políticas de saúde pública, segurança e assistência social.

### Início da Cracolândia

O surgimento da Cracolândia remonta à década de 1990, quando o crack, uma forma de cocaína mais acessível e com um potencial de dependência elevado, começou a se espalhar nas grandes cidades brasileiras. Nesta época, muitos usuários começaram a se concentrar em áreas urbanas específicas, formando polos de consumo. Em São Paulo, a região central, especialmente o bairro da Luz, tornou-se um ponto de encontro para usuários, o que levou à formação do que hoje se conhece como Cracolândia.


Com o aumento do consumo de crack, a região começou a atrair não apenas dependentes químicos, mas também pessoas em situações de vulnerabilidade social, incluindo aqueles que viviam em condições de rua. Isso resultou em um aumento da criminalidade, da proliferação de doenças e de situações de degradação urbana. A Cracolândia, então, não é apenas um local de consumo de drogas, mas um espaço que representa a marginalização de uma parte da população, muitas vezes invisibilizada pela sociedade.

### Meio da Cracolândia

Na década de 2000, a Cracolândia se tornou um foco de atenção para as autoridades e para a mídia. O aumento visível da população de usuários, junto com a deterioração das condições de vida nessa área, levou a esforços de repressão por parte da polícia e do governo municipal. No entanto, as ações, muitas vezes, se restringiam a operações de "limpeza" que simplesmente deslocavam os usuários para outras áreas, sem abordar as raízes do problema.


Além disso, a falta de políticas públicas eficazes de tratamento e reintegração social contribuiu para a perpetuação do ciclo de dependência. Os serviços disponíveis eram limitados e muitas vezes não integrados, o que dificultava a recuperação dos indivíduos. Tentativas de acolhimento e tratamento eram insuficientes e não conseguiam suprir a demanda crescente.

Durante os anos seguintes, diferentes gestões municipais tentaram implementar soluções, que muitas vezes eram pontuais e careciam de uma visão abrangente. A abordagem tinha um caráter punitivo em vez de uma abordagem de saúde pública, o que muitas vezes resultava na estigmatização dos usuários.

### Situação Atual da Cracolândia

Nos últimos anos, a situação da Cracolândia ganhou novos contornos. A gestão atual tem buscado implementar políticas que vão além da repressão, tentando focar mais no acolhimento e na assistência social. Em 2017, a Prefeitura de São Paulo lançou o programa "Rehabilitation", que visa oferecer tratamento aos usuários, com foco na recuperação e reintegração social.

Ainda assim, desafios significativos persistem. A demanda por tratamento é muito maior do que a oferta disponível, e os recursos para assistência são limitados. A associação entre a Cracolândia e a criminalidade continua a ser uma preocupação premente, levando a um ciclo de políticas que se alternam entre repressão e tentativa de suporte.


A gestão pública enfrenta críticas entre as abordagens. Muitos defendem que a solução deve ser um modelo de redução de danos, que priorize a saúde e a dignidade das pessoas que usam drogas, em vez de tratá-las como criminosas. Por outro lado, os problemas de segurança e a sensação de insegurança na região são preocupações válidas para os moradores e comerciantes.

Enquanto a atenção da mídia e da sociedade civil volta-se para a Cracolândia, a necessidade de soluções integradas e sustentáveis se torna ainda mais evidente. É crucial que as políticas públicas envolvam não apenas tratamento e recuperação, mas também garantia de direitos, criação de oportunidades de emprego e ambiente urbanístico que favoreça a inclusão social.

Assim, a continuidade da luta contra a dependência química em São Paulo e a situação da Cracolândia demandam um entendimento profundo e uma abordagem mais humana, que considere as complexidades sociais, econômicas e psicológicas do fenômeno.


Rapaz de 29 anos Detido com crack, maconha e cocaína em Valinhos-SP

Jovem de 29 anos foi abordado pela Guarda Municipal de Valinhos no domingo (2)
Jovem de 29 anos foi abordado pela Guarda Municipal de Valinhos no domingo (2). Suspeito também estava com R$ 1,1 mil em notas de diferentes valores.

Um rapaz de 29 anos foi preso com drogas na manhã de domingo (2) no bairro São Bento, em Valinhos (SP). Segundo a Guarda Municipal, que fez a abordagem, o jovem estava com 28 tabletes de maconha, 25 papelotes de crack e três papelotes contendo cocaína, além de R$ 1,1 mil em notas de R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito já tinha antecedentes criminais por tráfico e porte de drogas. Ele foi levado para a delegacia de plantão de Valinhos, onde foi indiciado pelos mesmos crimes.

GCM - Garoto é detido duas vezes no mesmo dia por tráfico de drogas

GCM - Garoto é detido duas vezes no mesmo dia por tráfico de drogas
Apreensão foi nesta sexta-feira (28), em Sorocaba (SP). Segundo a Guarda, pais estão 'cansados' pois filho sempre volta às ruas.
Um adolescente de 13 anos foi detido duas vezes em um período de uma hora na tarde desta quinta-feira (27), em Sorocaba (SP), após ser flagrado vendendo drogas perto de uma escola no Jardim Califórnia. A ocorrência foi registrada pela Guarda Civil Municipal (GCM) da cidade.


De acordo com o guarda que participou da apreensão, Sérgio Miguel Daguia, o adolescente confessou que chega a ganhar R$ 600 por dia vendendo entorpecentes. Os guardas chegaram até o local, onde o tráfico era realizado, após receber denúncias.

Próximo à escola, além do garoto, outro menor de idade, de 16 anos, também estava no local. Com eles foram encontrados 35 porções de crack, 19 porções de cocaína e duas porções de maconha, além de R$ 77.
O caso foi apresentado no Plantão Policial Norte, sendo ambos autuados em flagrante por ato infracional de tráfico de drogas. Eles foram liberados aos cuidados dos responsáveis.

Na mesma tarde, uma hora após ter saído da delegacia, informou a GCM, o adolescente de 13 anos foi flagrado novamente com drogas perto de uma creche em construção, no mesmo bairro. Na segunda vez, o garoto estava com outro adolescente, também de 16 anos.

O menino confessou aos guardas que tinha acabado de sair da delegacia e retornado para continuar o tráfico. A dupla indicou o local onde guardavam mais drogas, sendo encontrados 28 porções de crack, 30 porções de cocaína e três porções de maconha, além de R$ 185 em dinheiro trocado.

O caso foi apresentado no Plantão Policial Norte. O jovem de 13 anos foi novamente autuado em flagrante por ato infracional de tráfico de drogas, sendo liberado aos responsáveis, após assinarem termo de compromisso.

De acordo com o GCM Daguia, os pais não queriam ir até a delegacia. “Eles falaram que não sabem mais o que fazer com o filho. Pareceram desanimados já que os menores sempre são liberados e voltam para o tráfico”, conclui.

Fonte: G1

SOROCABA TRÁFICO DE DROGAS - GCM

BRASIL NA ERA PT : LEGALIZAÇÃO DE DROGAS E PROSTIBULOS NO BRASIL

A comissão de juristas (?) que debate a reforma do Código Penal no Senado quer aprovar a descriminalização do uso de drogas no Brasil. A alteração, incluída no anteprojeto que vai ser apresentado aos senadores no fim de junho, libera o uso pessoal de uma quantidade de entorpecente equivalente ao consumo médio individual de cinco dias.

A comissão preferiu não definir a quantidade (consumo de cinco dias) que será considerada crime, deixando essa atribuição para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a quem caberá regulamentar a matéria em relação a cada droga caso a modificação seja aprovada no Congresso.
Como o traficante não é bobo, só andará com a quantidade permitida, quando poderá vendê-la a varejo nos colégios, faculdades, shoppings e outros lugares frequentados, preferencialmente, por crianças e jovens.

Esse tipo de tráfico já é feito atualmente nas faculdades, onde o traficante, disfarçado de estudante e sem se preocupar com aprovação ou tempo de conclusão do curso, pega só algumas matérias, fazendo do campus o local de trabalho. Precavido, sempre terá umas pedrinhas no bolso para apurar um “extra”.


O usuário, agindo como portador de um vírus, também poderá sair por aí, a contaminar os seus amigos de balada e de escola, sem medo de ser punido. E estes, uma vez viciados, contaminarão outros, formando uma espécie de pirâmide doentia. Quem sabe até conseguirão eleger alguns deputados e senadores que lhes garanta a “bolsa-droga”? Afinal, onde os milhões de drogados conseguirão dinheiro para os seus vícios, já que não trabalham e não têm dinheiro nem para comer?
A atual Lei de Drogas, em vigor desde 2006, estabelece que o uso de entorpecentes é considerado crime. No entanto, a legislação não prevê pena de prisão para o usuário, fixando medidas alternativas, como a prestação de serviços à comunidade e o comparecimento a um programa ou curso educativo. A alteração aprovada pela comissão fixa que não será mais crime o uso ou mesmo o porte e a compra de droga em quantidade inferior à definida no texto.
O país está doente, com 39 graus de febre, e as autoridades brincando de dar chazinho e de fazer simpatia e de ser politicamente corretas. Enquanto isso, a doença só vai se agravando… Mas faz-se necessário que a febre atinja 41 ou 42 graus e que o doente entre em convulsão! Somente assim, quando as autoridades irresponsáveis (umas irresponsáveis por ação e outras irresponsáveis por omissão) começarem a sentir na própria pele os efeitos da doença, terão coragem de aplicar um remédio mais forte, mais amargo. Tomara que, quando esse dia chegar, não seja tarde demais para o país!