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Mostrando postagens com marcador ASSEDIO. Mostrar todas as postagens
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Assédio no Trabalho: Construindo Ambientes de Respeito e Dignidade

O assédio no ambiente de trabalho é uma questão que, infelizmente, ainda persiste em muitas organizações ao redor do mundo. Trata-se de uma violação dos direitos humanos e uma prática que não apenas prejudica o bem-estar dos funcionários, mas também impacta negativamente a cultura organizacional e os resultados da empresa. O assédio pode se manifestar de várias formas, incluindo o assédio moral, sexual e até mesmo o assédio institucional, sendo fundamental para todos compreenderem seus aspectos e consequências.

Assédio no Trabalho

O assédio moral se caracteriza por comportamentos abusivos que humilham ou descredibilizam um empregado em frente a seus colegas. Isso pode incluir críticas constantes, isolamento, intrusão em sua vida pessoal, ou cobranças excessivas que não se justificam. Com o tempo, essas ações podem causar sérios problemas psicológicos, como ansiedade, depressão e, nos casos mais extremos, levar o trabalhador ao afastamento ou até mesmo à desistência de sua carreira. O impacto não é apenas individual; a produtividade e a moral da equipe como um todo também são afetadas.


Já o assédio sexual, que é uma forma muito recorrente e visível de assédio no trabalho, envolve qualquer ato de natureza sexual que seja indesejado. Isso pode incluir desde comentários inapropriados, toques não solicitados, até propostas para relacionamentos íntimos em troca de favores profissionais. O assédio sexual gera um ambiente de trabalho tóxico, onde a vítima se sente insegura e desconfortável, o que pode levar a uma queda significativa na qualidade do trabalho e no comprometimento com a organização. A relação de confiança entre colegas também é corroída, prejudicando a colaboração e o espírito de equipe.

Um fator que agrava o problema do assédio no trabalho é a cultura organizacional de algumas empresas. Muitas vezes, práticas que deveriam ser denunciadas são normalizadas, criando um ciclo vicioso que perpetua comportamentos abusivos. Em algumas culturas corporativas, a competição exacerbada pode incentivar comportamentos agressivos e desrespeitosos, enquanto outros ambientes podem machucar suas vítimas ao ignorar os relatos de assédio. Isso demonstra a necessidade de que as empresas implementem políticas claras e eficazes contra qualquer forma de assédio, além de treinamentos para que todos os funcionários entendam o que constitui assédio e como relatar esses comportamentos.

É preciso também ressaltar a importância de canais de comunicação abertos e seguros. As vítimas de assédio frequentemente enfrentam dificuldades para denunciar suas experiências por medo de retaliações ou da falta de credibilidade. Uma estrutura que promova a confiança, onde os colaboradores possam relatar assédios sem medo de represálias, é crucial. Além disso, a transparência nas investigações e ações corretivas, bem como a proteção da identidade dos denunciantes, são elementos essenciais para que os funcionários se sintam seguros ao fazer uma denúncia.

Ademais, é vital que as lideranças estabeleçam uma postura proativa em relação à prevenção do assédio. Essa é uma responsabilidade que vai além do departamento de Recursos Humanos. Os líderes devem ser treinados para reconhecer sinais de assédio, apoiar as vítimas e atuar de forma decisiva nas intervenções. Eles precisam ser exemplos positivos, promovendo um ambiente de respeito, empatia e inclusão.

A sociedade, como um todo, também apresenta um papel importante na desconstrução de estigmas e na promoção da equidade. As conversas sobre questões de gênero e direitos humanos devem ser amplificadas, visando criar consciência sobre o problema do assédio e suas consequências. Educação e conscientização são fundamentais, não apenas nas empresas, mas nas escolas e na mídia, promovendo um entendimento de que o respeito é um valor essencial em todas as relações.

Por fim, é imprescindível que todos - trabalhadores, empregadores e sociedade - se unam no combate ao assédio no trabalho. Isso não é apenas uma questão de normas e políticas, mas uma questão de ética e dignidade humana. É necessário criar ambientes em que todos se sintam respeitados e valorizados, onde o assédio não tenha espaço, e donde a diversidade e o respeito à individualidade sejam celebrados. Só assim poderemos construir um futuro mais saudável e justo para todos no ambiente de trabalho.

Convocação de Todos GCM´S de Guarulhos - dia 04/11/2014 às 13h30 na Câmara Municipal


BREVIDADE!  BREVIDADE! 

Quando você ouve esta palavra na rede não importa quem a esteja pronunciando, não importa se o guarda é seu amigo ou desafeto, não importa se o QRU é jegue ou importante, o que acontece é que você vai apoiá-lo até mesmo de meios próprios. 

Hoje alguns colegas estão nesta situação, mas as suas vozes e seus pedidos de brevidade são silenciosos, mas todos podem ouvir, e o dia de atendermos a este chamado será dia 04/11/2014 às 13h30min na câmara municipal. 

A luta é pela categoria e por cada um, estamos sendo massacrados, desrespeitados. Vivemos uma escravidão moderna e está é à hora de darmos um basta em toda esta situação. 

Somos Guardas Civis e Exigimos RESPEITO.

Silas Marques. Associação dos Guardas Civis Municipais de Guarulhos.

Saiba se você é vítima de assédio moral

Saiba se você é vítima de assédio moral
Se o seu chefe te submete a situações vexatórias, exige missões impossíveis ou alfineta sua auto-estima com trabalhos inexpressivos, você pode estar sendo vítima de assédio moral.

Assim como o sexual, o assédio moral é a repetição de atitudes, por parte de quem está acima na hierarquia, que tornam insustentável a permanência do empregado.

Ainda sem regulamentação jurídica, pode ser caracterizado por condutas previstas no artigo 483 da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho).

"Tudo que foge às regras sociais ou às práticas definidas no contrato de trabalho pode se configurar como assédio moral", disse a advogada trabalhista Isabella Witt.

Para Witt, um dos principais motivos do assédio é o fato de o empregador desejar o desligamento do funcionário, mas não querer demiti-lo, em função das despesas trabalhistas decorrentes. "Cria-se, então, uma situação insustentável em que o empregado é levado a pedir demissão".

De acordo com a advogada, o empregador pode tomar atitudes que prejudicam psicologicamente, o funcionário. "É o caso do chefe que exige o cumprimento de metas inatingíveis ou, no extremo oposto, dá menos trabalho ao funcionário, afetando sua auto-estima", afirma Witt.

A advogada conta que há casos em que o chefe prejudica deliberadamente um funcionário de quem não gosta, negando, por exemplo, folgas em emendas de feriado quando outros empregados são dispensados. "Em linhas gerais, quando um funcionário é submetido a um tratamento pior ao oferecido aos outros, quando é posto de lado, pode estar sofrendo o assédio moral", disse Witt

Fonte: Noticias UOL

GUARULHOS - Guarda Municipal Registra Queixa de Assédio Sexual

A agente da Guarda Municipal de Mangaratiba, Andreia Cristiane, mostra o Boletim de Ocorrência
 FOTO – JADSON MARQUES

Através de uma nota à imprensa, a Prefeitura de Mangaratiba, por meio da secretaria de Segurança, informou que foi aberta uma sindicância para analisar a denúncia de uma agente da Guarda Municipal que acusa um colega de profissão de assédio sexual. O órgão municipal informa ainda que vai esperar o parecer da Polícia Civil para decidir se tomará as medidas cabíveis aos envolvidos no caso. Os guardas envolvidos foram afastados temporariamente de suas funções.
 
Segundo o secretário de Segurança, Otávio Seiler, a agente não procurou os superiores diretos para informar sobre os possíveis abusos que estaria sofrendo. Seiler informa ainda que outra guarda municipal citada pela denunciante no Boletim de Ocorrência da 165ª DP seria outra vítima no caso. No entanto, esta outra agente registrou – em Comunicado Interno (CI) da corporação – que não sofreu abuso do GM e não teria presenciado assédio à colega.

Relembre o caso
Na semana passada, a agente da Guarda Municipal de Mangaratiba, Andreia Cristiane Corres Duarte, de 34 anos, procurou a delegacia da cidade (165ª DP) para registrar queixa de assédio sexual contra o coordenador da instituição, que trabalha na GM há aproximadamente 15 anos. Segundo ela, o coordenador disse que, se Andreia não saísse com ele, haveria retaliação. Andreia disse que trabalhava como supervisora da Guarda Municipal no centro de Mangaratiba, mas foi transferida para a praia Grande.
 
A guarda considerou a transferência uma retaliação por não aceitar fazer sexo com o coordenador. Com medo de novas transferências, ela diz que decidiu denunciar. Andreia disse que procurou o comando da Guarda Municipal, mas não foi atendida. O caso foi registrado na 165ª DP (Mangaratiba).
 
Nota : Todas mulheres que trabalham em setores públicos devem fazer o mesmo que a GCM, foi assédiada? Denúncie Imediatamente.
 
Fonte:jornalatual

GUARULHOS NOTICIAS - TJ Condena Prefeitura a indenizar GCM que foi ofendido

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) condenou o município de Cascavel, no oeste do Paraná, a pagar R$ 10 mil a um guarda municipal que alegou ter sido ofendido pelo superior hierárquico. Segundo o TJ-PR, o chefe imediato do guarda disse palavras consideradas depreciativas, no ambiente de trabalho, na frente de várias pessoas, com o intuito de diminuir a reputação do profissional. O caso foi configurado como assédio moral.

A decisão do TJ-PR reiterou a condenação que a prefeitura já havia recebido em primeira instância, mas reduziu o valor arbitrado pela 1ª Vara Cível da Comarca de Cascavel. Para o desembargador, o chefe imediato do guarda municipal agiu abusivamente contra o servidor público.

Ele considerou ainda que as palavras utilizadas pelo superior ofenderam o guarda municipal. Segundo o relatório do desembargador Paulo Roberto Vasconcelos, “é irrelevante que não tenham sido registradas 'palavras de baixo calão', chamadas palavrões, eis que, no ambiente de trabalho, na presença de colegas do autor, ele foi ofendido, desmerecido quanto à sua qualidade profissional, isso bastando à configuração do assédio moral”.

A assessoria da prefeitura de Cascavel informou que aguarda o recebimento da intimação para poder se manifestar sobre o assunto. Ainda de acordo com a prefeitura, a ação judicial é da gestão anterior.


NOTA SOBRE O ASSUNTO:

Como diz uma camarada Guardão "MENTIRA, MENTIRA"...RSRS

Infelizmente isso acontece e ninguém toma atitude dentro do serviço público, se você fala sobre o assunto as pessoas dizem que é coisa da sua cabeça e outros ficam calados com medo de repressálias com medo de perder o cargo.

Quando me deparo com esse tipo de constrangimento fico imaginando como as pessoas conseguem viver ou deitar sua cabecinha no travesseiro e ter um sono tranquilo.

Como essas pessoas conseguem retornar ao trabalho normalmente e ficar calado ou CALADA, diante do próprio assediador e geralmente no mesmo local de trabalho.

Claro que existem aqueles CALA BOCA, quem é assediado ganha um cargo ou aumento de salário para ficar com o bico calado e esquecer o que aconteceu.

Esse tipo de pessoa que aceita essa proposta é pior que assediador.

PORTANTO; VOCÊ....É VOCÊ MESMO!

Foi assediada! Denuncie, procure jornais, TV, faça uma ocorrência e comece a tomar a atitude correta, porque se não o fizer estará concordando com esse bando de safados.

Com certeza essa nota sobre o assunto foi dirigido para alguém que conheço que foi assediada e não fez nada com medo,DIGO:  NÃO TENHA MEDO.

Assédio Sexual - A pena vai de um a dois anos de detenção

Apesar de, segundo o Código Penal, a configuração do assédio sexual exigir a condição de superior hierárquico do agente que comete o crime, no Direito do Trabalho não funciona da mesma maneira. No último dia 3 de março, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) condenou uma empresa pelo assédio sexual cometido por um funcionário contra outra de cargo equivalente.

O crime de assédio sexual é tipificado no artigo 216-A do Código Penal: "constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função". A pena vai de um a dois anos de detenção.

Segundo a advogada Nathiê Luz, do escritório Lefosse Advogados, o Direito do Trabalho segue conceituação diferente, ao admitir dois tipos de assédio sexual: o cometido por chantagem e o por intimidação, independentemente de relação hierárquica entre funcionários. Na segunda hipótese, na qual o TRT-4 classificou o o caso julgado, o assédio cria um ambiente de trabalho ruim, em que a pessoa se sente mal.

Na decisão, o tribunal até chegou a reconhecer que o acusado era superior hierárquico, já que, apesar de assediador e assediada terem os mesmo cargos, o primeiro exercia função de coordenação. Mas, segundo o relator, desembargador Fabiano de Castilhos Bertolucci, a relação de poder entre as partes “não constitui elemento essencial na sua configuração”.

A advogada Glaucia Massoni, do Fragata e Antunes advogados, discordou da decisão do regional quanto a esse ponto, por acreditar que a superioridade hierárquica é sim requisito para a configuração de assédio sexual.

Da mesma forma o fez a advogada trabalhista Luciana Helena Dessimoni, da Dessimoni Advocacia, para quem o TRT entendeu que o assediador era superior à ex-empregada a partir do princípio da realidade, segundo o qual deve ser levada em conta “a realidade propriamente vivida pelos empregados na sede da empresa”. Caso contrário, ou seja, pela identificação de igualdade dos cargos, o assédio não poderia ser caracterizado.

Matéria Completa : http://www.conjur.com.br/2011-mar-19/existencia-assedio-sexual-mesmo-nivel-hierarquico-ainda-gera-duvidas

O JOGO de Gato e Rato!


O GATO E O RATO QUEM PODE MAIS?

Popularmente conhecido como 'perseguição' ou jogo de 'gato e rato', só que do chefe com o subordinado, o assédio se caracteriza quando é constante e, nos casos mais extremos, pode levar a vítima ao suicídio, tamanha a sua devastação. "O assédio moral fere nada mais que a dignidade e a identidade do trabalhador.
Leva o indivíduo à ruína e o martiriza, pois ele sofre sem saber o porquê", explica a médica e doutora em Psicologia Social, Margarida Barreto, também pesquisadora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) sobre o tema assédio moral.

É mais ou menos assim: quem bate sabe porque bate, mas quem apanha não faz idéia do motivo. Segundo Margarida, o assediador, em 90% dos casos representado pelo chefe, persegue o funcionário sem razão aparente. Embora não haja um padrão de comportamento que instigue a perseguição e, tampouco, perfil do assediador que determine tal ação, alguns fatores são apontados pela médica como possíveis causas para que o chefe fique 'na cola' do subordinado. "Aquele que se destaca em funções cujo patrão desconhece ou não desempenha tão bem e aquele funcionário questionador que não aceita as regras da empresa têm predisposição para serem alvos do assédio moral", revela.

Mas o assédio pode vir de outra ordem que não seja a popular inveja, o medo ou a insegurança por parte dos patrões. Acertou quem disse a palavra preconceito. Em sua dissertação de mestrado, que mais tarde deu origem ao livro Assédio Moral - Uma jornada de humilhações, Margarida descreve casos de perseguição contra negros, homossexuais e mulheres com filhos pequenos. Características ou situações que ainda não são comuns no mercado de trabalho e, em alguns casos, mal vistas pelos empregadores. "Muitas pessoas não toleram o diferente. Com isso, o negro, o homossexual, o 'velho' e a mulher com filhos pequenos tendem a ser discriminados, tornando-se presas fáceis do assédio moral."

Há, também, perseguições e humilhações contra funcionários que se afastavam do trabalho por necessidade de cuidados médicos. Quem sofre com a LER/DORT (lesão por esforços repetitivos) e precisa fazer várias sessões de fisioterapia, ou quem se ausenta com freqüência por conta de outros problemas de saúde está sujeito a ser vítima de uma futura perseguição que pode vir a se tornar assédio moral. Isto porque, de uma hora para outra, passa a ser visto como 'persona non grata', ao passo que sua produtividade na empresa cai.

Este foi o caso de uma das vítimas citadas pela especialista. Ao sofrer com a LER/DORT e entrar em sessões de fisioterapia freqüentes e quase sempre na parte da tarde, um funcionário se viu atormentado por colegas e por seu gestor. Boatos de que ele saía mais cedo para se relacionar com outros homens começaram a ser espalhados, inclusive por seu chefe. A onda de fofoca foi tão grande que ele passou a ser chamado nos corredores da empresa de 'A Bela da Tarde'. Este homem, na faixa de 50 anos de idade, agüentou toda a humilhação durante dois anos, sozinho, sem contar para a família, até que conseguiu mudar de emprego. "Atacar a virilidade é outra característica comum do assediador quando a vítima é do sexo masculino", explica Margarida.

Vale lembrar que o assédio moral ocorre quando a perseguição é constante e não quando há casos isolados ou discussões pontuais, embora estes acontecimentos possam dar origem ao problema. Além disso, ao contrário do que muitos pensam, gestores do tipo impetuosos, autoritários, ou inseguros não são os únicos assediadores, já que o assédio moral não se resume a uma simples questão de personalidade. "Ele é fruto de uma conduta abusiva. Ocorre, majoritariamente, em um ambiente hostil e de alta pressão, em que o chefe se vale de constrangimentos e da maledicência para se livrar de um funcionário que lhe causa incômodo",

À medida que as relações ficam mais tensas e os funcionários não sabem ao certo por que estão sendo perseguidos, o terror e o sofrimento se acentuam. As vítimas entram em um universo de isolamento, em parte criado pelo agressor, em parte construído por elas próprias, em que não encontram apoio de colegas ou amigos para se aconselhar ou reagir.

Aliás, nem sabem ao certo o que fazer e se reagir é a melhor alternativa. Especialistas, por sua vez, defendem que deve-se, sim, buscar ajuda e jamais enfrentar o agressor sozinho. "O agressor é quase sempre um covarde. Uma vez que ele encontrar uma barreira para prosseguir, seja pelo posicionamento da vítima, ou por intermédio de terceiros, ele tenderá a mudar de comportamento",

Saúde x emprego

Quando a situação fica insustentável é preciso reagir, inclusive, considerando a hipótese de optar pela demissão para preservar a saúde, já que o assédio afeta o estado físico e emocional da vítima. "É muito comum que os assediados sofrem de insônia, estresse, depressão, nervosismo ou tensão e que isso desencadeie problemas como hipertensão arterial, perda de concentração, perda de memória, entre outros problemas".

Como foi dito anteriormente, nos casos mais graves, pode levar ao suicídio. Especialmente entre os homens. "Em razão da cultura de que o homem não chora, tem que ser forte, etc, eles tendem a se fechar e enfrentar sozinhos o assédio moral. Quando não conseguem, se entregam".

As atitudes em relação ao ocorrido dentro de uma empresa deve ser tomadas de forma rápida para não trazer transtornos para um grupo maior de pessoas, infelizmente algumas empresas preferem apoiar os assediadores por ser amigos ou parentes do que tomar a atitude correta.

Acredito ainda na justiça!

GCM MORAES

Denúncia de Assédio Sexual e Assédio Moral na Guarda Civil

Guarulhos - No dia 26/02/2010 Publiquei uma matéria referente a Assédio Sexual e Moral no Trabalho, alertando e ao mesmo tempo informando as pessoas que passam por essa situação ou poderá um dia Passar por isso, sendo um ato Gravissímo e ao mesmo tempo de uma imoralidade que não merece nem comentários.
Se você está nessa situação, não tenha medo procure o ministério público de sua cidade e expõe a situação que você está passando, geralmente as pessoas são ameaçadas a perderem seu cargo se abrir o Bico, essa é a forma coloquial tratada pelos assediadores canalhas, que na minha opinião deveriam ir para cadeia.

Saiba que já existem várias denúncias no brasil, sobre o tema abordado aqui no blog.

Isso não é novidade e a maioria das vezes acontece com as mulheres que são vitímas dessa pratica abusiva e imoral de SUPERIORES.

Onde estão acontecendo denúncias sobre o assunto abordado? ( 03)

1) GUARDA CIVIL DE VARGINHA MG, Adriana Vitima de assédio Moral está em tratamento Psicologico. ( fonte: blog do bueno)

2) GUARDA CIVIL DE AMPARO - SP , Maria Caroline Vitima de assédio durante os treinamentos da Guarda Civil ( fonte: gcmblog )
3) GUARDA CIVIL SÃO BERNARDO DO CAMPO - SP, Comissão de guarda civis denúncia comandante por assédio. ( fonte: blog do ariel)

Bem, Você poderá encontrar outras matérias sobre esse assunto buscando no google pela palavra assédio moral e assédio sexual no trabalho.

O que é o assédio Moral?

Assédio moral - Ocorre quando o trabalhador é exposto, durante sua jornada de trabalho, a situações humilhantes, repetitivamente e de forma prolongada. As formas mais comuns encontradas são as hierárquicas autoritárias e assimétricas. Nessas situações um ou mais chefes se comportam com condutas negativas, possuindo com seus subordinados relações desumanas e aéticas, gerando um local de trabalho desagradável, desestabilizando a relação da vítima com o local de trabalho, forçando-a até mesmo a desistir do emprego.




O que é o assédio Sexual?

Assédio Sexual - O artigo 261-A do CP , inserido pela Lei nº. 10.224 /01 tipifica a conduta de " Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função ."

Do que se vê, o assédio sexual se revela como espécie de coerção de natureza sexual concretizada por uma pessoa em posição hierárquica superior em relação a um subordinado, na, maioria das vezes, em local de trabalho.
Denúncia Formulada por Maria Caroline Guarda Civil

Primeiro, foi no treinamento em que a guarda municipal Maria Caroline Lima e outros 14 aspirantes a guardas municipais sofreram agressões físicas e psicológicas. “A punição vinha de várias formas. Através de disparos, com arma com munição de borracha ou colocando a pessoa de braços abertos pelo tempo que eles determinassem.
Eles colocavam a gente expostos ao ridículo o tempo inteiro”, lembra a guarda municipal Maria Caroline Lima. Ela aguentou calada por sete meses. “Cada hora era remanejada. Coloca a Caroline lá que tapa o buraco” Há três meses, foi afastada da função por licença médica. “Comecei a ter fobia, ficava com pânica”, descreve a guarda.
O Ministério Público do Trabalho considerou que houve assédio moral e determinou a assinatura de um termo de ajustamento de conduta em que a Guarda Municipal se compromete a rever o treinamento.

O assédio moral ocorre quando trabalhadores são expostos, com frequência, a situações humilhantes e constrangedoras diante de outros colegas. Pode ser uma vigilância excessiva, isolar um funcionário do grupo, não repassar trabalho alguma a ele, exigir tarefas que não tenham a ver com sua função ou zombar de alguma característica dele.

“Começa a sofrer só em pensar que no dia seguinte vai ter que se levantar e enfrentar aquele ambiente”, comenta a psicóloga forense Maria de Fátima dos Santos. O assédio geralmente é praticado por alguém em posição de comando, mas também pelos próprios colegas de trabalho “ Muitas vezes ela precisa mudar de trabalho ou de setor”, confirma a psicóloga forense Maria de Fátima dos Santos.


Se você conhece alguém nessa situação denúncie essa prática.


Deixo esse blog a disposição , qualquer pessoa que deseje denúnciar Assédio Moral e Sexual, use nosso email e formule sua denúncia.


Obrigado pela atenção!


GCM MORAES
Esse blog sempre foi e sempre será para Guarda Civis!